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domingo, julho 26, 2009

"Mesa Light" em Sesimbra

Foi no passado dia 23 de Julho que os Mesa actuaram no Teatro João Mota, em Sesimbra. O espaço tem capacidade para pouco público, o que me leva a interrogar sobre o verdadeiro lugar que os Mesa ocupam na música portuguesa: as músicas são francamente boas, a voz de Mónica Ferraz entra no ouvido e não difere da que se escuta nos discos, os arranjos e os instrumentos são de elevada qualidade, porém, continuam praticamente ausentes dos mais variados eventos relacionados com música, tendo nas participações discretas em discos de vários autores os seus melhores momentos.
Durante cerca de 1h15m brindaram o público com versões acústicas dos seus melhores êxitos, dos quais se destacam "Quando as palavras", "Vitamina", "Vício de Ti", "Para todo o mal", "Estrela Carente", "Tribunal da Relação" ou "Boca do Mundo". Tiveram uma actuação muito positiva, mas, voltando ao início do artigo, continua a intrigar-me o motivo porque são tão sub-avaliados. Toda a gente conhece os Mesa, e muita gente aprecia os Mesa. Poucos são os que realmente se rendem aos Mesa. Porquê?

sábado, julho 11, 2009

Algumas das melhores do Optimus Alive!09

The Ting Tings
The Ting Tings
The Ting Tings
Fischerspooner
Hadouken

O Dia 10 no Palco Super Bock do Festival Optimus Alive!09 abriu com uns incógnitos The Gaslight Anthem, cuja música não me cativou apesar da prestação bastante esforçada. Seguiu-se uma banda portuguesa, John is Gone, que me intrigou por diversos aspectos. Para começar as roupas do concerto tinham um ar de "barato" e vulgar, o que acabou por ser esclarecido quando o vocalista tirou o seu casaco branco de 25 euros da Zara e que permitiu ver a etiqueta da marca. Depois, um veste fato e gravata, o outro camisa preta, casaco branco e ténis, e outro ainda com um estilo meio retro, ou seja: todos desenquadrados à busca de uma identidade. são uma banda que toca rock inspirado nos anos 80 mas comportam-se como metaleiros ao fazer diversas vezes os chifres com as mãos. A dança, típica de um bailarico de uma terriola qualquer do interior, e a forma de contacto com o público, com muitos "c'a fixe" e "yeaaaaaah" são inacreditáveis de tão insólitas que são. A cereja no topo do bolo disse respeito ao pedido que fizeram para que se apoiasse a música deles, perdão, portuguesa. Têm um nome inglês, cantam em inglês, o estilo é tudo menos português, mas chamam-lhe "música portuguesa" apenas porque os seus elementos têm essa nacionalidade. Pois para mim de português não tem nada, mas de foleiro tem de sobra.
Quando acabou o martírio subiram ao palco três bandas de miúdos que entendi ser melhor esquecer que subiram ao palco: Late of the Pier, Hadouken e Does It Offend You, Yeah?, três banda britânicas com estilos de música muito próximo do dance-punk, ou seja músicas ideais para moshes e empurrões bem ao estilo dos miúdos dos dias de hoje cada vez mais estúpidos ao ponto de nem saberem o que está a tocar e só quererem saltos e empurrões.
Terminada a música infantil, entraram em cena os Fischerspooner com um espectáculo rico em coreografias, cenários e cor. Tiveram uma actuação francamente positiva e já tinham ajudado a esquecer a trampa que foram os anteriores.
Finalmente eis que subiram ao palco The Ting Tings. 50 minutos de excelente música ao bom estilo indie rock e electrónica conquistaram por completo os presentes. A sua actuação fica apenas prejudicada pela fraca prestação no Fruit Machine, muito aquém do original. Exceptuando este pormenor, uma palavra para a organização que coloca a actuar ao mesmo tempo Placebo e Prodigy com Fischerspooner e The Ting Tings. Colocar os cabeças de cartas dos dois palcos a tocar ao mesmo tempo é simplesmente surreal, mas compreende-se pelo simples facto de garantir público nos dois palcos e não deixar um deles completamente às moscas.