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quinta-feira, junho 19, 2008

Qual é o preço a pagar?

P: Qual é o preço a pagar por se amar alguém que não está perto de nós?
R: Saudades... e daquelas que doem demasiado...

quarta-feira, junho 18, 2008

O regresso da idade dos porquês...

O que é o amor? O que são as saudades? O que são almas gémeas? O que é o destino? O que são "falsas coincidências"? O que são adversidades? O que é a felicidade? O que é o aperto no coração? O que é o frisson no estômago? Qual é o significado das lágrimas que derramamos? Porque é que olhamos alguém nos olhos e confiamos nela? Porque é que fazemos promessas? Porque é que temos que lutar? Porque é que temos que sofrer? Porque é que temos que procurar a felicidade? Porque é que temos que amar? Porque é que temos que engolir sapos? Porque é que alguém nos tira o sono? Porque é que alguém nos faz sonhar? Porque é que temos sentimentos e sensibilidades? Porque é que temos que esperar? Porque é que temos necessidade do toque? Porque é que sofremos com a distância? Porque desesperamos quando queremos muito algo? Porque é que por vezes ficamos irracionais face à nossa impotência? Porque é que somos curiosos? Porque é que queremos sempre mais? Porque é que desejamos alguém? Porque é que quando julgamos que somos insensíveis logo nos aparece alguém que demonstra que afinal temos muito sentimento escondido dentro de nós? Porque é que confiamos? Porque é que confiamos mas mesmo assim desesperamos? Porque é que o tempo custa tanto a passar? Qual o sentido da vida? Porque é que existem pessoas que nos transformam por completo? Porque é que aceitamos sofrer tendo em vista um sucesso futuro? Porque é que por vezes nos dispomos a passar por tudo em troca de um facto cuja certeza de ocorrência é de 0,1%? Porque é que sonhamos? Porque é que encontramos a pessoa que nos está destinada em determinada fase da nossa vida? Porque é que desesperamos por isso? Porque é que têm que haver despedidas? Porque é que tem que haver o "até já"? Porque é que existe a agonia? Porque é que o nosso coração se parte em mil pedaços e nos sentimos desfeitos por sentir a falta de alguém? Porque é que somos impulsivos quando amamos? Porque é que queremos dar tanto a alguém mas nem sempre é possível demonstrá-lo? O que vai na cabeça da outra pessoa? O que vai no coração da outra pessoa? O que é que se passa no seu meio social e familiar? Como confiar às cegas? Como saber esperar? Como conseguir esperar? Como lutar? Porque é que queremos estar sempre do lado de alguém? Porque é que queremos antecipar a ocorrência de resultados que têm mesmo que ocorrer numa determinada ocasião? Porque é que queremos adiar a ocorrência de resultados que têm mesmo que ocorrer numa determinada ocasião? Porque é que não nascemos com todos os nossos problemas resolvidos e vivemos felizes para sempre com o mundo? Porque é que eu estou a fazer todas estas perguntas neste preciso momento? Alguém me responda, sff...

terça-feira, junho 17, 2008

Kero...

... para sempre!

sábado, junho 07, 2008

Viva o verdadeiro Verão!

A bela Costa da Caparica

Agora sim, parece que veio para ficar! Eis o Verão com tudo aquilo que tem de bom: sol, calor, praia, rio, e muito muito mais! A fotografia de cima foi tirada por mim no local que tenho o privilégio de ter a menos de 5 minutos de casa. Assim, sim!

quinta-feira, junho 05, 2008

Sobre o Amor

"Quando o amor vier ter convosco,
Seguros embora os seus caminhos sejam árduos e sinuosos.
E quando as suas asas vos envolverem, abraçai-o, embora a espada oculta sob as asas vos possa ferir.
E quando ele falar convosco, acreditai,
Embora a sua voz possa abalar os vossos sonhos como o vento do norte devasta o jardim.
Pois o amor, coroando-vos, também vos sacrificará.
Assim como é para o vosso crescimento também é para a vossa decadência.
Mesmo que ele suba até vós e acaricie os mais ternos ramos que tremem ao sol,
Também até às raízes ele descerá e abaná-las-à enquanto elas se agarram à terra.
Como molhos de trigo ele vos junta a si.
Vos amanha para vos pôr a nu.

Vos peneira para vos libertar das impurezas.
Vos mói até à alvura.
Vos amassa até vos tomardes moldáveis;
E depois entrega-vos ao seu fogo sagrado, para que vos tomeis pão sagrado para a sagrada festa de Deus.
Toda estas coisas vos fará o amor até que conheçais os segredos do vosso coração, e, com esse conhecimento, vos tomeis um fragmento do coração da Vida.
Mas se, receosos, procurardes só a paz do amor e o prazer do amor,
Então é melhor que oculteis a vossa nudez e saiais do amor,
Para o mundo sem sentido onde rireis, mas não com todo o vosso riso, e chorareis mas não com todas as vossas lágrimas.
O amor só se dá a si e não tira nada senão de si.
O amor não possui nem é possuído;
Pois o amor basta-se a si próprio.
Quando amardes não deveis dizer "Deus está no meu coração", mas antes "Eu estou no coração de Deus".
E não penseis que podeis alterar o rumo do amor, pois o amor, se vos achar dignos, dirigirá o seu curso.
O amor não tem outro desejo que o de se preencher a si próprio.
Mas se amardes e tiverdes desejos, que sejam esses os vossos desejos:
Fundir-se e ser como um regato que corre e canta a sua melodia para a noite.
Para conhecer a dor de tanta ternura.
Ser ferido pela vossa própria compreensão do amor;

E sangrar com vontade e alegremente.
Despertar de madrugada com um coração alado e dar graças por mais um dia de amor;
Repousar ao fim da tarde e meditar sobre o êxtase do amor;
Regressar a casa à noite com gratidão;
E depois adormecer com uma prece para os amados do vosso coração e um cântico de louvor nos vossos lábios."

in "O Profeta", de Khalil Gibran