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terça-feira, abril 22, 2008

A fronteira entre a realidade e a ficção é cada vez mais ténue

Para todos os que já viram o filme "O Despertar da Mente", ou "Eternal Sunshine of the Spotless Mind" no seu título original, e sempre desejaram poder um dia submeter-se a uma terapia semelhante àquela que os personagens se submeteram, atentem a esta notícia:

"Cientistas da Yniversidade da Califórnia relatam na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" que um anestésico corrente pode, sem fazer adormecer, bloquear recordações particularmente desagradáveis. Michael Alkire e colegas mostraram a um grupo de voluntários fotos inócuas do dia-a-dia e fotos impressionantes, tais como uma mão humana cortada, enquanto os submetiam a pequenas doses de um gás sem efeito ou do anestésico sevoflurano. Uma semana mais tarde, as pessoas que tinham inalado o anestésico apenas se lembravam de 29 por cento dessas imagens impressionantes. Seria possível apagar da nossa memória eventos desagradáveis e dolorosos? Pouco provável, dizem vários especialistas citados pela BBC News, sobretudo se se trata de memórias já formadas. Mas o que se possa talvez fazer é impedir que alguns doentes submetidos a cirurgias (um em 5000) se lembre da operação apesar de ter sido anestesiado. Ou para que pessoas que estão a ser submetidas a tratamentos dolorosos demorados os esqueçam a seguir".

Fonte: Público

Dá que pensar, não dá? Esta notícia relata apenas o primeiro passo daquilo que um dia será uma realidade: podermos apagar da nossa memória, como quem apaga de um disco rígido, tudo aquilo que quisermos e que for visto por nós como sendo desagradável.

sábado, abril 12, 2008

A natureza ainda é o que era...

Ontem levantei-me cedo. Sempre que acordo, consigo ver o que está do lado de lá da janela. Vi o sol a brilhar. Brilhava bastante. Nada como ver o sol a brilhar com todo o seu fulgor, para começar bem o dia.
Tenho a sorte de ter uma casa que permite ver os lados opostos da rua. Quando me dirijo a esse outro lado, vejo que chovia bastante e o céu parecia tentar escurecer. De um lado o sol brilhava bastante e o céu estava claro, mas do outro o céu estava a escurecer e chovia bastante. Fiquei perplexo: como seria possível ocorrerem aqueles dois fenómenos num espaço geográfico tão curto? Pelos vistos acontece.
Ao sair de casa, a primeira coisa que vejo foi o que as duas fotos seguintes mostram:

Lamento a qualidade das fotos, mas preferi tirá-las com o telemóvel, em vez de arriscar ir buscar a máquina fotográfica e o arco-íris passar. Além do mais, já estava atrasado para os meus compromissos.
Estas foram as belas imagens com que a natureza decidiu privilegiar a minha sexta-feira. A natureza ainda é o que era. Há tipos com sorte!

segunda-feira, abril 07, 2008

Se tudo correr bem...

... em Junho estarei em New York, New York!

quarta-feira, abril 02, 2008

Horário de Verão!

A minha Costa da Caparica

Não há nada melhor do que o belo horário de Verão! Nada como ainda poder usar óculos de sol às 19h30m logo em Abril. Nada como saber que no dia 2 de Abril ainda é de dia às 20h, e que em Junho será dia às 22h00.
Como eu adoro o horário de Verão! Como eu adoro a primavera! Como eu adoro o período que vai de Março a Outubro! São sete meses mágicos. Motivam-me! Empolgam-me! São uma verdadeira injecção de adrenalina! É por isso que o Inverno é tão bom: faz com que dê muito valor à época que se lhe segue.
Sou um homem feliz: moro perto da praia, tenho sol, tenho dias mais longos, e tenho tudo isto ao meu alcance. Sou um privilegiado! Não há nada mais maravilhoso que a zona da Grande Lisboa em pleno período de Verão! Passar a ponte ao final do dia e ver o sol ainda a raiar. Caminhar por Lisboa e ver o brilho que a cidade tem. Ir à praia. Ir ao Rio Tejo. Enfim... sou mesmo um afortunado! Obrigado!