<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5636482\x26blogName\x3dAs+Coisas+Tal+Como+S%C3%A3o\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dTAN\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://ipsisverbis.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://ipsisverbis.blogspot.com/\x26vt\x3d-1470493087469466946', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

terça-feira, junho 26, 2007

Resposta ao desafio do blogue "Essência de Mulher"

"Não posso adiar para outro século a minha vida nem o meu amor"

Fui desafiado pela Essência de Mulher a escrever um meme. Este é o meu dado tê-lo descoberto há uns anos num poema de António Ramos Rosa, que tem o nome "Não posso adiar o amor para outro século", e pode ser lido aqui.
Já o conhecia, mas voltei a redescobri-lo recentemente quando o voltei a ler e despertou-se algo em mim que me permite agir em conformidade com esta parte do poema. É uma frase simples, mas que me guia desde recentemente. Não podemos adiar os nossos sentimentos, mas também não podemos adiar a nossa razão.

Valeu a pena!

Foto tirada por mim durante o concerto

Rolling Stones: o que estes tipos fazem em duas horas, faz inveja a qualquer jovem de 20! É que não tenham dúvidas disso! 1h50m de pura dança, espectáculo, música, energia! Ainda estou estupefacto com o que vi aqueles homens fazerem.
Para mim acabou por ser um concerto histórico, dado estes senhores serem um mito. Todos eles. Grandes Rolling Stones! Depois da Madonna, deve ter sido o melhor concerto que já vi!

domingo, junho 10, 2007

Fontes Pereira de Melo

A 8 de Setembro de 1819, nasceu em Lisboa António Maria de Fontes Pereira de Melo. Com 13 anos foi estudar para a Academia dos Guarda-Marinhas. Dois meses depois ia combater nas linhas de Lisboa. Depois, voltou para a Academia onde foi premiado nos dois primeiros anos. No terceiro ano não haviam prémios, mas o jovem Fontes foi aprovado com distinção e recebeu um prémio especial que visava recompensar o mérito relevantíssimo. Em 30 anos, só três alunos o tinham recebido, tendo sido o primeiro o pai de Fontes Pereira de Melo, e o terceiro ele próprio.
Depois de terminado o curso, Fontes prosseguiu os seus estudos e foi já na Academia de Fortificação em Escola do Exercito que tirou o curso de engenharia. Em 1839 foi promovido a tenente, e acompanhou o seu pai como seu ajudante em Cabo Verde, agora que este seria governador deste arquipélago. Lá, desenvolveu na província a actividade febril que sempre o caracterizou, visitou todas as ilhas de Cabo Verde, o distrito da Guiné, levantou plantas, e incitou o seu pai a que desenvolvesse o mais que pudesse as obras publicas da província. Teve participação activa nas obras públicas empreendidas em Cabo Verde, sendo uma das obras de destaque o hospital da Misericórdia da Praia. Regressou a Portugal, juntamente com a sua mulher cabo-verdiana e com a sua filha, e enfrentou um enorme desgosto com a morte de ambas. Encarcerou-se em casa durante quase um ano e desistiu do estudo da Astronomia, que havia iniciado só por realização pessoal.
Em 1848, Fontes Pereira de Melo foi eleito deputado por Cabo Verde, após vários reconhecimentos do seu elevado mérito e profissionalismo um pouco por todo o Império. Depois de sucessivos governos, em 1851 foi criado o Ministério das Obras Públicas, liderado por Fontes Pereira de Melo. Aqui, o génio de Fontes Pereira de Melo fez-se notar mais do que nunca contribuindo, e de que maneira, para a recuperação administrativa e económica que se queria que Portugal tivesse relativamente aos outros países da Europa. Foi Fontes o pai dos Caminhos-de-Ferro em Portugal, que foi inaugurado em 28 de Outubro de 1856. Foi ainda Fontes Pereira de Melo quem aumentou, de forma considerável, o número de estradas, revolucionou os transportes e das comunicações em Portugal, montando a primeira linha telegráfica, serviços postais, redes telefónicas, construíndo mais dois caminhos-de-ferro, pontes e carreiras regulares de barcos a vapor.
Faleceu em 1887, em resultado de uma doença que evoluiu rapidamente. Condecorado com diversas ordens de diversos países de todo o Mundo, teve no seu funeral uma verdadeira homenagem, pelo facto de ter sido um dos maiores estadistas de sempre ao serviço de Portugal.