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domingo, março 25, 2007

Resposta ao desafio lançado pelo Blog GTL

7 coisas que faço bem (ou que tento fazer bem):
- rir;
- falar;
- comer;
- improvisar;
- desconcentrar-me;
- ver o que muitos não vêem;
- não ver o que muitos vêem.

7 coisas que não faço (ou não sei fazer):
- falar do que não sei;
- gastar dinheiro em coisas estritamente necessárias;
- ser imparcial;
- ser objectivo;
- poupar recursos;
- procurar sempre o que me faz bem;
- procurar o caminho mais fácil.

7 coisas que me atrem no sexo oposto:
- o sexo oposto;
- pernas;
- proporcionalidade;
- mãos;
- cabelo;
- sensualidade;
- discrição.

7 coisas que digo frequentemente:
- 'tás cá c'uma sorte;
- o pai já vai;
- é já a seguir;
- xau aí;
- ó ó;
- sacooooooooode;
- vai lá vai.

7 actores ou actrizes:
- Marilyn Monroe;
- Tom Hanks;
- Leonardo di Caprio;
- Catherina Zeta-Jones;
- Jim Carrey;
- Uma Thurman;
- todos aqueles que me conseguem convencer da veracidade de algo que é falso.

Desafiar outros 7:
- Essência de Mulher;
- Kênia e Paul;
- Canto da Fénix;
- Entre Linhas;
- Persona Naturale;
- Super;
- Papoila Sonhadora.

terça-feira, março 20, 2007

A vida é demasiado curta, por isso...

... aproveite-a, ou...

... desperdice-a!

domingo, março 11, 2007

Já cheira...

... a Primavera!!! :)

segunda-feira, março 05, 2007

Padeira de Aljubarrota

Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era feia, grande, com os cabelos crespos e muito, muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino, o que se reflectiu nas profissões que teve ao longo da vida. Nasceu em Faro, de família pobre e humilde e em criança preferia mais vagabundear e andar à pancada que ajudar os pais na taberna de donde estes tiravam o sustento diário. Aos vinte anos ficou órfã, vendeu os poucos bens que herdou e meteu-se ao caminho, andando de lugar em lugar e convivendo com todo o tipo de gente. Aprendeu a manejar a espada e o pau com tal mestria que depressa alcançou fama de valente. Apesar da sua temível reputação houve um soldado que, encantado com as suas proezas, a procurou e lhe propôs casamento. Ela, que não estava interessada em perder a sua independência, impôs-lhe a condição de lutarem antes do casamento. Como resultado, o soldado ficou ferido de morte e Brites fugiu de barco para Castela com medo da justiça. Mas o destino quis que o barco fosse capturado por piratas mouros e Brites foi vendida como escrava. Com a ajuda de dois outros escravos portugueses conseguiu fugir para Portugal numa embarcação que, apanhada por uma tempestade, veio dar à praia da Ericeira. Procurada ainda pela justiça, Brites cortou os cabelos, disfarçou-se de homem e tornou-se almocreve. Um dia, cansada daquela vida, aceitou o trabalho de padeira em Aljubarrota e casou-se com um honesto lavrador..., provavelmente tão forte quanto ela.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que naquele dia derrotou o invasor castelhano. Chegando a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.

fonte: http://www.eb1-n29-lisboa.rcts.pt/Actividades/Batalha/padeira_aljubarrota.doc