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segunda-feira, julho 31, 2006

D. Pedro I

O nosso 8º Rei, foi D. Pedro I. Foi cognominado de o “Justiceiro” devido ao seu sentido de justiça. O seu Governo durou 10 anos (1357-1367). Casou primeiro com Branca de Castela, a quem repudiou por debilidade física e mental. Casou depois com Constança Manuel, filha de, um fidalgo castelhano que, quando veio para Portugal, trouxe consigo Inês de Castro. A ligação amorosa entre o infante D. Pedro e Inês de Castro foi imediata o que provocou forte conflito entre D. Afonso IV e seu filho e provocou a morte prematura de Constança Manuel. Temendo o monarca a nefasta influência dos Castros em seu filho, resolveu condenar à morte Inês de Castro, o que provocou a rebelião de D. Pedro contra si. Contudo a paz entre o pai e o filho foi estabelecida em breve e D. Pedro foi associado aos negócios do Estado, ficando-lhe desde logo incumbida uma função, que sempre haveria de andar ligada à sua memória – a de exercer justiça.
Durante o seu reinado evitou guerras; logrando aumentar o tesouro. Cunhou ouro e prata. E exerceu uma justiça exemplar, sem discriminações, julgando de igual modo nobres e plebeus. De documentação da época, é dito que D. Pedro I era havido como justiceiro, generoso, amado pelo povo e de grande popularidade. A sua morte o povo dizia que "ou não havia de ter nascido, ou nunca havia de morrer".
Casou com D. Branca de Castela, não se consumando o matrimónio por doença da noiva. Posteriormente casou-se com D. Constança, de quem teve 3 filhos. De Inês de Castro teve 4 filhos e de Teresa Lourenço teve 1 filho, D. João, que viria a ser o 1º Rei da 2ª Dinastia.

D. Afonso IV

O 7º Rei de Portugal foi D. Afonso IV. Foi cognominado de "o Bravo" pela sua valentia. Reinou de 1325 a 1357. Ainda infante lançou o reino na guerra civil devido a favores que D. Dinis concedia ao filho bastardo Afonso Sanches. Proclamado rei (1325), reúne cortes em Évora, condena o seu irmão ao desterro e à perda total dos seus haveres. Afonso Sanches invade Portugal, tendo a paz sido alcançada devido, em parte, à mediação de D. Isabel.
Os maus tratos infligidos pelo rei de Castela, Afonso XI, a sua esposa D. Maria, filha de Afonso IV, e o facto de D. Constança, esposa de D. Pedro ter sido retida em Castela, levaram o monarca português a sustentar uma guerra contra o seu genro. A guerra durou quatro anos tendo terminado com a paz de Sevilha (10 de Julho de 1339 ou 1340) graças à mediação da «fermosíssima Maria», enviada a Portugal por Afonso XI, quando os Mouros retomavam a ofensiva.
Os dois monarcas combateram então na batalha do Salado (30 de Outubro de 1340), assinalando-se a valentia do rei português. No final do reinado deu-se o assassinato de Inês de Castro (1355) e a subsequente rebelião de D. Pedro. Afonso IV impulsionou a marinha datando possivelmente do seu reinado as primeiras viagens às Canárias (1345).
Casou com D. Beatriz e tiveram 7 filhos, dos quais D. Pedro I que herdou a coroa.

D. Dinis

D. Dinis foi o 6º Rei de Portugal. Tinha como cognome "O Lavrador" por ter promulgado várias medidas que protegiam agricultura. Governou de 1279 a 1325. Foi ele quem mandou plantar o famoso Pinhal de Leiria, a partir do qual se retiraria a madeira de que seriam feitas as caravelas portuguesas rumo aos Descobrimentos.
Foi aclamado em Lisboa em 1279, para iniciar um longo reinado de 46 anos, inteligente e progressivo. Lutou contra os privilégios que limitavam a sua autoridade. Em 1282 estabeleceu que só junto do rei a das Cortes se podiam fazer as apelações de quaisquer juízes, a um ano depois revogou doações feitas antes da maioridade.
Quando subiu ao trono, estava a coroa em litígio com a Santa Sé motivado por abusos do clero em relação à propriedade real. D. Dinis por acordo diplomático, obteve a concordata após a qual os litígios passaram a ser resolvidos pelo rei a os seus prelados. Apoiou os cavaleiros portugueses da Ordem de Santiago, que pretendiam separar-se do seu mestre castelhano. Salvou a Ordem dos Templários em Portugal, passando a chamar‑Ihes Ordem de Cristo.
Travou guerra com Castela, mas dela desistiu depois de obter as vilas de Moura a Serpa, territórios para lá do Guadiana e a reforma das fronteiras de Ribacoa. Percorreu cidades a vilas, em que fortificou os seus direitos, zelou pela justiça a organizou a defesa em todas as comarcas. Fomentou todos os meios de uma riqueza nacional, na extracção de prata, estanho, ferro, exigindo em troca um quinto do minério a um décimo de ferro puro. Desenvolveu as feiras, protegeu a exportação de produtos agrícolas para a Flandres, Inglaterra e França. Exportações que abrangiam ainda sal e peixe salgado. Em troca vinham minérios e tecidos. Estabeleceu com a Inglaterra um tratado de comércio, em 1308. Foi o grande impulsionador da nossa marinha, embora fosse à agricultura que dedicou maior atenção. A exploração das terras estava na posse das ordens religiosas. D. Dinis procurou interessar nelas todo o povo, pelo que facilitou distribuições de terras. Fundou aldeias, estabeleceu toda uma série de preciosas medidas tendentes a fomentarem a agricultura, adoptando vários sistemas consoante as regiões a as províncias. Deve-se ainda a D. Dinis um grande impulso na cultura nacional. Entre várias medidas tomadas, deve citar-se a Magna Charta Priveligiorum, primeiro estatuto da Universidade, a tradução de muitas obras, etc. A 1ª Universidade portuguesa surgiu com ele em 1292. A sua corte foi um dos centros literários mais notáveis da Península.
Casou com D. Isabel (também chamada Rainha Santa Isabel), e tiveram 9 filhos.

domingo, julho 30, 2006

D. Afonso III

O 5º Rei de Portugal foi D. Afonso III. Cognominado de "O Bolonhês" por ter casado com D. Matilde, a condessa de Bolonha, governou de 1248 a 1279.
A incapacidade política levou à intervenção da Santa Sé, tendo o papa Inocêncio IV ordenado a todos os vassalos que obedecessem ao infante. Este chegou a França, onde vivia, em 1246 a foi aclamado rei em 1248. Realiza-se no seu reinado a conquista definitiva do Algarve. As discórdias com Castela quanto ao domínio algarvio só findaram com o tratado de Badajoz em 1267 no qual ficou estipulado que o Guadiana, desde a confluência com o Caia até ao mar constituiria a fronteira luso-castelhana.
D. Afonso III foi um administrador notável, fundou povoações restaurou, repovoou a cultivou lugares arruinados e concedeu numerosos forais. Reuniu as Cortes em Leiria em 1254, as primeiras em que participaram representantes dos concelhos. Em 1261, nas Cortes de Coimbra foi-lhe reconhecido o direito de cunhar moeda fraca. Também procedeu a inquirições que revelaram muitos abusos praticados pelas classes privilegiadas, tendo promulgado várias leis tendentes a reprimi-los.
Do casamento com D. Matilde, não teve qualquer filho. Casou-se uma segunda vez com D. Beatriz de quem teve 12 filhos, de entre os quais o seu 3º lhe viria a suceder, que era D. Dinis.

D. Sancho II

D. Sancho II, foi o 4º Rei de Portugal. Governou de 1223 a 1247. A sua alcunha era "O Capelo", por ter usado, em pequeno, hábito de frade a propósito de uma promessa. Retomou as negociações já iniciadas com o seu pai para uma reconciliação do poder estatal com o poder eclesiástico. O rei morrera excomungado e o reino estava interdito. Finalmente estabeleceu-se uma concórdia com 10 artigos. A partir de 1226 iniciou a campanha do Alentejo, conquistando Elvas, Jerumenha, Serpa, Aljustrel, Mértola, Ayamonte a provalvelmente Cacela a Tavira. Como guerreiro foi digno continuador de D. Afonso Henriques, mas foi mau administrador.
Foram frequentes durante o seu reinado as lutas entre os ricos-homens e os homens da Igreja, tendo o Bispo do Porto feito queixas do Rei ao Papa. O Papa em bula enviada aos barões, concelhos das cidades e vitas a outros lugares, aconselha a chefia do reino a alguém activo a prudente. Foi nomeado o príncipe D. Afonso, futuro D. Afonso III. A Igreja dispôs assim da nação portuguesa. Houve ainda, no início de 1246 guerra civil entre os partidários do rei a do príncipe D. Afonso. Abdicou do Reino em 1247 e viria a morrer ao fim de menos de um ano passados sobre esse acontecimento.
Foi casado com D. Mécia Lopez de Haro, e não tiveram quaisquer filhos. O seu sucessor no trono já era D. Afonso III ainda antes da morte de D. Sancho II.

D. Afonso II

D. Afonso II, foi o 3º Rei de Portugal. O seu cognome era "O Gordo", derivado do seu aspecto físico. Governou de 1211 a 1223. Não seguiu a orientação dos seus antepassados quanto ao alargamento do Reino, voltando-se somente para a organização da administração deste a para a consolidação do poder real. Assim, logo em 1211 reúne as cortes de Coimbra donde parece ter saído a primeira colectânea de leis gerais que mostram em Portugal, muito mais cedo que noutros países, a acção centralizadora do Rei.
As Cortes de Coimbra destinaram-se principalmente a garantir o direito de propriedade, a regular a justiça civil, a defender os interesses materiais da coroa e a evitar os abusos. O desejo de firmar a soberania da coroa manifestou-se ainda nas «confirmações», raras até D. Afonso II a que, de 1216 a 1221, se generalizam como medida de administração pública, a nas «inquirições» que a partir de 1220 representam também uma tentativa de reprimir abusos. Não teve quaisquer preocupações militares. Foi sem a sua presença que as tropas portuguesas intervieram na Batalha de Navas de Tolosa. Por iniciativa própria foram, neste reinado, conquistadas aos Mouros: Alcácer do Sal, Vieiros, Monforte, Borba, Vila Viçosa e, possivelmente Moura.
Foi casado com D. Urraca, e tiveram 5 filhos, dois dos quais sucederam-lhe no trono: D. Sancho II e D. Afonso III.

sábado, julho 29, 2006

D. Sancho I

D. Sancho I foi o 2º Rei de Portugal. Foi cognominado de o “Povoador” por se ter ocupado do povoamento do território. Reinou de 1185 a 1211. Casou em 1174 com D. Dulce de Aragão. Por volta de 1170 passou a comparticipar da administração pública, pois o seu pai estava doente. Após a morte de seu pai foi solenemente aclamado em Coimbra. Foi um grande administrador, tendo acumulado no seu reinado, um verdadeiro tesouro. Protegeu e fomentou a indústria, sendo o povoamento das terras uma das suas maiores preocupações, criou Concelhos e concedeu Cartas de Foral. Conquistou Silves, que era na altura uma cidade com uma população entre os 20.000 e 30.000 habitantes e uma das mais ricas cidades do ocidente peninsular tal como, também, Albufeira.
Passou a intitular-se rei de Portugal a dos Algarves. Perdeu-se novamente Silves e os mouros reconquistaram novamente Alcácer, Palmela a Almada, ficando apenas Évora na mão dos portugueses.
Grande conflito surgiu durante o seu reinado com o prelado da cidade do Porto, tendo-se o rei oposto ao clero duma maneira extraordinária. No final da sua vida reconciliou-se com o clero. No campo da cultura, o próprio rei foi poeta a enviou muitos bolseiros portugueses a universidades estrangeiras. Teve 19 filhos com D. Dulce, com quem se casou em 1174.

D. Afonso Henriques

D. Afonso I, com o Cognome de "O Conquistador" ou "O Fundador", dado ter sido o Fundador do Reino de Portugal em 1143, depois de ter tomado posse como Rei do Condado Portucalense em 1139. Reinou até 1185. Filho do conde D. Henrique e da infanta D. Teresa. Tomou, em 1120, uma posição política oposta à de D. Teresa (que apoiava o partido dos Travas), sob a direcção do arcebispo de Braga. Este forçado a emigrar leva consigo o infante que em 1122 se arma cavaleiro. Restabelecida a paz, voltam ao condado. Entretanto novos incidentes provocam a invasão do condado portucalense por D. Afonso VII, que, em 1127, cerca Guimarães onde se encontrava D. Afonso Henriques. Sendo-lhe prometida a lealdade deste, D. Afonso VII desiste de conquistar a cidade. Mas alguns meses depois, em 1128, as tropas de D. Teresa defrontam-se com as de D. Afonso Henriques tendo estas saído vitoriosas – o que consagrou a autoridade de D. Afonso Henriques no território portucalense, levando-o a assumir o governo do condado.
Consciente da importância das forças que ameaçavam o seu poder este concentrou os seus esforços em dois planos: Negociações junto da Santa Sé com um duplo objectivo: alcançar a plena autonomia da Igreja portuguesa e o reconhecimento do Reino.
Os passos mais importantes foram: Fundação do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, em 1131, directamente subordinada à cúria romana – fundação que propiciou a reunião das dioceses portuguesas à metrópole de Braga; declaração de vassalagem por parte de D. Afonso Henriques à Santa Sé em 1143 – em virtude de uma nova fase da sua política iniciada com o use do título de rei; obtenção da bula de 1179, na qual o papa Alexandre III designava pela primeira vez D. Afonso Henriques rei a ao qual dava o direito de conquistar terras aos Mouros sobre as quais outros príncipes cristãos não tivessem direitos anteriores; pacificação interna do reino e alargamento do território através de conquistas aos Mouros – o limite sul estabelecido para o condado portucalense – e assim Leiria em 1135, Santarém e Lisboa em 1147 – quer mesmo para além deste, sempre que isso não viesse originar conflitos com o Imperador – e assim Almada e Palmela em 1147, Alcácer em 1160 e quase todo o Alentejo (que posteriormente foi de novo recuperado pelos Mouros).
Casou com D. Mafalda e tiveram 11 filhos, dos quais se destaca D. Sancho I, que lhe viria a suceder no trono.

sexta-feira, julho 28, 2006

Goodbye

Até sempre Floribella! Foi bom enquanto durou! Conhecemo-nos em circunstâncias adversas e na altura errada, mas um dia ainda seremos grandes amigos!

quinta-feira, julho 27, 2006

A entalada!

Aí está ela! A profeta! O Gave e a sua equipa receberam instruções da Ministra da Educação, para fazerem um exame que entalasse os estudantes, e tanto assim é que no sistema interno, os exames ficaram no computador gravados como "Fisica_Entalados", "Historia–2005–2006_V_Entalados", "Inf_Exame_Quimica_Entalados" e "Inf_Ex_Entalados_Matematica". Queriam entalar os alunos e conseguiram! Prova disso mesmo são as notas brilhantes que os alunos tiraram nos respectivos 4 exames. Curioso foi que mais nenhum exame nacional tivesse este nome e que mais nenhum dos exames ficasse conhecido pelas suas más notas. Há quem diga que isto é um código interno, e eu até acredito. Na verdade, é o Código dos exames que foram feitos para entalar mesmo os alunos. Não há outra explicação! A Ministra e o GAVE não agiram como profetas, adivinhando que aqueles 4 exames iriam entalar os alunos. Errado! A Ministra quer, o GAVE sonha, o caos nasce. E realmente conseguiram. Até conseguiram entalar mais pessoas além dos alunos. Pergunto-me se o curriculum vitae da Ministra da Educação também aparece num ficheiro com o nome "CV_entalada", ou algo assim, porque os exames deste ano saíram-lhe caro e só mostram que a sua incompetência não conhece limites. Entalou-se a ela e entalou o Governo. Rica imagem esta. Curioso ainda foi que, quando a Ministra quis desentalar os alunos, entalou-se a si própria. Acontece que más notas todos nós temos, até a Ministra e o seu Ministério. O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, se fosse interpelado neste sentido, creio que atribuiría algo como um 0 à Ministra (não me consigo esquecer dos 16 valores que ele deu à selecção). Cara Ministra, até um bando de iletrados que não conhecem o hino nacional têm melhores notas que a senhora. Shame on you! Demissão JÁ!

quarta-feira, julho 26, 2006

Toda a Verdade: o Hezbollah

Para todos aqueles que ainda não sabem o que é o Hezbollah, deixo aqui curtas referências ao mesmo. O nome Hezbollah significa "Partido de Deus" e consiste num grupo de extremistas islâmicos do Líbano, sendo visto por uns como um movimento terrorista e por outros como um movimento de resistência. São contra a propagação do movimento sionista em territórios libaneses e palestinianos. Formou-se no Líbano, após a invasão israelita de 1982 e é composto por jovens, órfãos de pais libaneses que morreram durante os ataques de Israel de 1982, pelo que a expressão "Partido de Deus" existe porque se considera uma consequência natural.
Tendo como objectivo o combate à presença Israelita no Médio Oriente e de pretenderem a eliminação do Estado Israelita, bem como a expulsão dos judeus da região, o Hezbollah evita, sempre que possível, atingir alvos civis.
Além disto, ainda desenvolvem actividades em áreas como a saúde, educação religiosa, agricultura, reconstrução e ajuda a familiares de mártires através de uma recompensa financeira atribuída aos familiares dos suicidas bombistas.
A presença do Hezbollah no Líbano é muito influente e a prova disso mesmo são os dados da ONU nos quais indicam que 220.000 pessoas em 130 cidades libanesas recorrem aos 5 hospitais, 43 clínicas e duas escolas de enfermagem que a milícia islâmica possui. Tem ainda em seu poder 12 escolas com 7.000 alunos e 700 professores.
Nas actividades de reconstrução existe uma instituição cuja função exclusiva é reparar os danos causados por ataques israelitas, enquanto que na agricultura, engenheiros agrónomos formados em Beirute, na Síria, no Irão e na Alemanha, desenvolvem importantes projectos agrícolas para garantir a base da economia do sul do país.
Todos estes projectos ajudam a conquistar apoio político, influência ideológica e a recrutar membros entre a população local.
Apesar dos EUA insistirem junto da UE para que o Hezbollah seja considerado um grupo terrorista, o Conselho mantém a sua decisão de não incluir esta organização na lista de grupos terroristas, apesar do oficial superior dos serviços de informações Hezbollah, Imad Fayiz Mughniyah, estar na lista de terroristas. A ONU também não classifica o Hezbollah como grupo terrorista. O Hezbollah é acusado de ter tomado reféns ocidentais nos anos 80 e de ter organizado atentados terroristas. Goza de uma certa popularidade no mundo islamo-árabe por ter assumido a responsabilidade de levar Israel a deixar o sul do Líbano em Junho de 2000.
É com alguma naturalidade que a Síria e o Irão afirmam que estarão do lado do Líbano em caso de ataques terrestres. Não só pela proximidade territorial, o que colocará em risco estes dois países, mas também porque o Hezbollah foi fundado em 1982 com o apoio da Síria e do Irão. Adquiriram com rapidez o papel de organização militar nos confrontos com Israel no Sul do Líbano. Os seus objectivos iniciais passavam pela criação de um estado islâmico do Líbano, o que também contribuiu para o nome "Partido de Deus" que hoje tem. O Hezbollah exerce influências políticas contando com 14 deputados no Parlamento, e 1 Ministro, que tem a pasta da Energia. Há quem considere que no fundo têm 3 Ministérios, pois a este que já têm, poder-se-iam juntar mais 2, os dos Negócios Estrangeiros e do Trabalho, dado que são considerados como apoiantes do Hezbollah.
Espero que tenham ficado um pouco mais esclarecidos sobre este grupo organizado.

terça-feira, julho 25, 2006

Descubra as diferenças





Procuro eu um jornal inglês que tenha um mínimo de conteúdo e informação e mal abro o site do The Sun online, aparece-me um misto de Correio da Manhã com o Crime. Sabia que os tablóides ingleses eram sensacionalistas, mas não sabia que desciam ao nível do Correio da Manhã. Disappointment for me...

segunda-feira, julho 24, 2006

Breves palavras...

Deixo-vos as palavras que a Carla Amado Gomes (que sempre ficará guardada no meu coração como das melhores pessoas que conheci até hoje) me dedicou:

Para ser grande, Sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a Lua toda
Brilha, porque alta vive.

Autor: Fernando Pessoa

domingo, julho 23, 2006

O melhor

Sabem qual é o país com a melhor música?
É o Líbano, porque lá é sempre a bombar.

Confessem: tem a sua piada

Penso nisto com um sorriso no canto da boca, e realmente acho um piadão brutal. Não deixa de ser curioso que exista muita gente que se diz de esquerda, pró-democracia, pró-liberdade de expressão custe ela o que nos custar, para as boas opiniões, mas para aquelas também menos boas, mas depois quando vêem alguém como eu, favorável a uma ditadura, viram-se com 7 pedras na mão e se pudessem calar-me sem serem punidos por isso, até que o fariam. Até chegam a dizer "Alexandre, não prestas", só porque tenho uma opinião contrária à deles. E, reparem no engraçado, eu que sou favorável a uma ditadura respeito que eles defendam a liberdade e a plena democracia e até aceito que tenham opinião sobre tudo e sejam favoráveis a algo diferente de mim, e eles que deveriam ter esta opinião, são os que me tentam calar e mudar a cabeça, porque segundo os mesmos eu estou errado.
Pois bem, a todos eles respondo que existe uma confusão brutal nas suas cabeças e que não existe certo e errado a não ser para Deus. Só Deus sabe o que é certo e errado e eu, ou qualquer outro ser humano, ainda não sou Deus. Nem terei como pretensão sê-lo.

sexta-feira, julho 21, 2006

Ah Grande Ministra!

"Olá! Eu sou Maria de Lurdes Rodrigues, sou a Ministra da Educação e gostaria de dizer que sou muito competente. Tão competente que mando repetir exames nacionais de Física e de Química, porque a média era muito baixa para o que esperava e porque, possivelmente, um familiar meu, ou filho de um amigo/conhecido meu, não tirou a nota que esperava para poder entrar no ensino superior. Então, justificava-se repetir exames até que a média fosse qualquer coisa de jeito. Não faço o mesmo com Matemática, onde as médias realmente batem qualquer coisa neste Planeta, porque a tradição são as notas baixas. Se houvesse um ano em que as médias do Exame Nacional de Matemática fossem altas, aí sim repetiria os exames, porque algo de mal teria acontecido. Como os meninos não podem ter más notas a Física e Química, mandei e mandaria repetir tantas vezes quantas fossem necessárias, até que saísse uma média que eu gostasse, para poder ir lá fora dizer que "Portugal tem os melhores alunos em Química e dos melhores cientistas e investigadores a nível Mundial, mas mandamo-los embora, porque em Portugal não gostamos de investir neles".
Desculpem os da 2ª fase que não vão ter as repetições que precisam para tirarem boas notas, mas a vida é feita destas coisas. Devo ainda dizer que o GAVE nunca foi avaliado, nem será, porque confio neles e porque quando há confiança, nem é preciso haver avaliação. Confia-se e pronto, mesmo quando todos os anos as coisas dão barraca.
Para terminar, queria dizer que o ser humano aprende com os erros, mas o Ministério da Educação do PS não só não aprende, como ainda os repete e chumba! Por falar em chumbos, ontem fui chumbada no Parlamento, por não conseguir responder às questões e me armar em esperta e arrogante. Baixaram-me a crista. Espero ter aprendido... ou não."

terça-feira, julho 18, 2006

Líbano?

O nosso Governo é tão, tão, tão competente, que em vez de trazer portugueses do Líbano para Portugal, que a esta hora estão num sufoco, trazem libaneses para Portugal!!! Viu-se isso hoje mesmo com a Libanesa e respectivo filho que acabámos de importar. Ainda por cima, é esposa de um Guineense. A desculpa é que ele é guineense mas Português, por ter nascido antes da Independência das Colónias. Ok! Mas é Guineense!
Depois arranjam desculpas como "Nós queremos trazê-los, eles é que não querem vir". Alguém consegue acreditar que mediante este cenário de caos que se vive no Líbano, NENHUM português queira vir para Portugal onde pode estar seguro? Alguém engole isto?
Lá está, estes governos de esquerda, preferem trazem mais estrangeiros para Portugal, mais imigrantes, ainda por cima imigrantes que tinham sido considerados ilegais e mandados embora para o seu país de origem, como foi o caso desta libanesa que não tinha condições para estar cá, e imigrante que é imigrante, cospe no prato que come, senão vejamos: este indivíduo guineense conseguiu trazer para cá a sua esposa libanesa ilegal, e ainda foi para a televisão reclamar que demora muito tempo a resolver as coisas, e que isto é um atraso de vida! Digam lá que o Sarkozy não tem razão? E, digam lá, o que é que este tipo e a mulher, merecem? Estar em Portugal? Para continuarem a reclamar da sorte que têm, mas no entanto continuarem cá a viver? Ingratos!

Proposta!

Pretendo fazer alterações à imagem do blog, e para isso venho lançar uma proposta! Esta barra já aqui em cima que diz "As coisas tal como são", pretendo substituí-la por uma outra barra, com uma outra qualquer imagem, de preferência um logotipo próprio para o blog. Até hoje nunca teve um, e com praticamente 3 anos de existência, creio que já merece. Assim sendo, quem tiver criatividade e quiser fazer um logotipo, ou uma imagem simbolizando o "Ipsis Verbis - As Coisas Tal Como São", pode fazer o download da barra de cima, clicando AQUI e poderá enviar-ma para o e-mail pessoal: alexguerreiro@netcabo.pt .
O prémio será... um lugar enorme no meu coração! Sei que pode significar pouco para algumas pessoas mas é o que se arranja.

domingo, julho 16, 2006

A Joaninha!

Recordo-me perfeitamente da série Duarte & C.ª, e ainda hoje a vejo. Aliás, ainda há instantes vi mais um episódio. Uma série que já não via há bastantes anos mesmo, e que ainda hoje me diverte, se calhar mais ainda, até porque a idade é outra e certas coisas que compreendo hoje, na altura não compreendia.
No entanto, a série continua a deliciar-me, e sem dúvida que a minha personagem preferida sempre foi a Joaninha. Vejo muito pouca televisão. O pouco que vejo dedico ao desporto e às séries de ficção. Uma das raras séries que vejo é... a do Duarte & C.ª! A Joaninha, para mim, batia tudo! Aliás, batia tudo e batia "em" tudo! Talvez por isso ela tivesse tanta piada. Depois até era uma miúda gira, mas aquele estilo de Maria rapaz sempre envolvida em brigas, dava-lhe graça, porque ao mesmo tempo esse estilo fazia parte de uma mulher de cabelos longos, estilo em parte feminino, etc, e ao mesmo tempo fazia de típica "mulher macha"! Assim foi que ainda hoje vi mais um episódio com a Joaninha e delirei, se calhar mais ainda do que delirava há cerca de 17/18 anos quando via a série.
Para quem não sabe, a Joaninha hoje está uns aninhos mais velha (ahn? rica novidade) e é a conhecida actriz Paula Mora que devem conhecer de um sem número de novelas. O charme continua, mas agora sem o estilo de Maria Rapaz. Agora, 100% feminina tem muita mais graça. Sem sombra de dúvida! Para quem não souber, visite o site da própria, clicando no nome dela.
Divirtam-se, vejam muito Duarte & C.ª e divirtam-se com a Joaninha, e até com o Rocha, o Átila, o Duarte, o Padrinho, etc...

Algo que irrita...

Se há coisa que me deixa possesso, e em estado de ira profunda, é ouvir alguém dizer "Pugrama"!!! E pior ainda fica quando oiço jornalistas, ou profissionais de televisão, dizerem uma coisa destas. Foi o que acabou de acontecer, e tive que vir cá escrever isto! "Não perca logo o Pugrama" é muito, muito mau! Mesmo muito mau!

sábado, julho 15, 2006

Três de Copas

Oh que famintos beijos na floresta!
E que mimoso choro que soava!
Que afagos tão suaves! Que ira honesta,
que em risinhos alegres se tornava
o que mais passam na manhã e na sesta,
que vénus com prazeres inflamava,
melhor é experimentá-lo que julgá-lo,
mas julgue-o quem não pode experimentá-lo.

by: Luís de Camões

sexta-feira, julho 14, 2006

Não basta sê-lo; há que parecê-lo!

Diz-se que "A mulher de César, não basta sê-lo; há que parecê-lo". O mesmo digo relativamente a Odete Santos e a Ilda Figueiredo, que foram apontadas há uns meses, como potenciais candidatas às Presidenciais de 2006. Não está aqui em causa o fiasco que seria, porque isso é um dado adquirido. A questão é mesmo esta: "Um Chefe de Estado, não basta sê-lo; há que parecê-lo". E estas senhoras, ainda que ganhassem as eleições, estão a milhões de anos luz de algum dia que seja parecer que o são. Falta-lhes, não qualquer coisa mas, muita coisa. Provincianas, com ar de senhoras que vendem na feira do Bolhão, jamais seriam um Chefe de Estado à altura. E quem fala delas, fala do Jerónimo de Sousa, com aquele ar de agricultor reformado que tem. Para se ser Chefe de Estado e se parecer como tal, há que ter pose de Estadista, e forma de estar de... Estadista! Não é qualquer um que tem categoria para ser Chefe de Estado, e eu até acho que os partidos de esquerda ainda conseguem arranjar alguém com um mínimo de saber estar.

segunda-feira, julho 10, 2006

A nossa Economia

Li hoje no DN algo como "Economia arrefece no segundo trimestre", e ao ler a notícia, vejo que quem a redige se depara com desilusão face ao crescimento de, no máximo, 1% do PIB para o conjunto de 2006. Eu nem percebo grande coisa de Economia, mas uma coisa percebo eu: como é que se pode estar à espera que a nossa Economia cresça mais do que 1%, quando tudo o que implica uma despesa aumenta cada vez mais? A nossa Economia cresce nas mesmas proporções que o aumento dos salários, e apresenta uma estreita relação de dependência deste índice que apresentei. Ora vejamos: a % de inflacção é de cerca de 5%, o aumento dos salários se chega aos 2% é muito. O aumento dos transportes é superior a 5%. A nossa Economia cresce 1%. Ora, quem é que se encontra motivado para produzir e trabalhar mais, se a despesa aumenta sempre mais do que os rendimentos, por exemplo? O problema é que isto tudo funciona em círculo. O Estado aumentará os salários em mais de 2% quando a produção justificar esse mesmo aumento, e por consequência, talvez os salários possam aproximar-se dos 5% de inflacção, ou até mesmo ser superior a esta, durante alguns anos (senão, tal poderá ser prejudicial à nossa Economia). Por sua vez, quem trabalha diz: quando os salários forem aumentados, a nossa Economia também subirá, porque todos produziremos mais. Ora, todos passam a batata quente de uns para os outros. E o curioso, é que ninguém sai daqui e a nossa Economia não cresce, os nossos salários também não, e cada vez aumenta mais o nível de vida em Portugal. No entanto, a iniciativa tem que partir de alguém, em vez de continuar a empurrar responsabilidades uns para os outros. Assim sendo, cabe ao Estado encontrar uma forma de motivar todos os agentes económicos a colaborar mais para o aumento da nossa Economia, de modo a que, no futuro, possam confiar que vão ter a recompensa devida por isso - através do aumento dos rendimentos e até do salário mínimo, para valores que realmente se mostrem atractivos e mostrem que trabalhar compensa - e realmente possam encontrar-se num nível de motivação tal que façam mais ainda do que pretendiam fazer caso Portugal fosse campeão do Mundo. Não esquecer que, segundo os economistas, o país vencedor do Campeonato do Mundo vê a sua Economia crescer em 7,5% após a conquista do título. Curioso, não?

PSI 20

Várias vezes, ao fazer zapping pelas TV's logo pela manhã, vejo as informações sobre a bolsa, e sempre que me deparo com essas notícias, oiço sempre o mesmo: "PSI 20 começa em baixa", ou então "PSI 20 continua em queda", ou ainda "PSI 20 fecha com valores negativos". É caso para dizer: porque é que nós, portugueses, temos a mania de nos envolvermos em causas perdidas? Diria mais: porque é que nós, portugueses, temos a mania de querer ter alguma coisa, só porque o nosso vizinho também tem, e a ele lhe corre bem, e a nós não interessa se corre mal, o importante é ter também?

Feira do Livro Electrónico (e-book) Mundial

Acho que é do interesse da comunidade, ter conhecimento que, presentemente, está a decorrer a Feira do Livro Electrónico (e-book) Mundial, e para a visitarem e adquirirem os vossos exemplares, basta que dêem um clique na seguinte palavra:

Livro

Visitem, que vale a pena!

domingo, julho 09, 2006

CAMPIONI DEL MONDO

Aqui fica uma justa homenagem à Tetra campeã do Mundo: SQUADRA AZZURRA! Valeu a pena por a bandeira à janela por vocês! Honraram a Itália!

sábado, julho 08, 2006

Estava a ir tão bem

Ele até estava a aguentar-se bem, mas não resistiu e não conseguiu bater o seu recorde de maior número de jogos seguidos sem frangar. Foi mais forte que ele. Não resistiu. Decidiu voltar a abrir a capoeira hoje contra a Alemanha, coisa que já não fazia desde o jogo contra o Rio Ave, pelo Sporting. Continua assim, amigo. Portugal conta contigo!

sexta-feira, julho 07, 2006

Seis de Espadas

Amor, fazer amor, fazer crescer...
de sob mim a sobre mundo vem
sem teu chão e tua carne começada
em dura terra, entre menina e mãe.


by: Pedro Tamen

quarta-feira, julho 05, 2006

Despertar da Mente (3)

Estou no presente momento a ver o filme "O Despertar da Mente" ou Eternal Sunshine Of The Spotless Mind, e é incrível como a minha forma de ver o filme hoje não é nada diferente da forma como o vi há 2 anos atrás.
Tive oportunidade de escrever sobre isso no meu blog (clicar sobre o sublinhado para aceder ao post) em Outubro de 2004, após o ter visto pela segunda vez.
Espero que gostem e façam os vossos comments... se quiserem.

SIC

Porque é que o programa da SIC Notícias "Edição do Meio-Dia" passa sempre às 10h da manhã e não às 12h e termina às 10h30?

terça-feira, julho 04, 2006

Vou perguntar ao mais vidente
Se o meu futuro será sorridente
Vou consultar quem tem visão
Se ainda vale a pena fazer tenção

Quem é capaz de adivinhar
Se a minha fonte vai correr ou secar
Quem é capaz de me dizer
Se a manhã traz a minha força de crêr

Quem é capaz de aconselhar
Se eu hei-de estar aqui ou vou trocar de lugar
Quem é capaz de assegurar
Se no futuro posso respirar

Quem é capaz de me indicar
Se eu hei-de andar depressa ou devagar
Quem é capaz de me tirar
desta incerteza se hei-de rir ou chorar

Quem é capaz de me ver na mão
Na linha-vida qual é a duração
Quem é capaz de me informar
Se a linha é recta ou se vai entortar
Quem é capaz de aconselhar
Se não for certa se hei-de cortar


António Variações - Linha-Vida

segunda-feira, julho 03, 2006

Só por acaso...

Wayne Rooney expulso frente a Portugal

A minha opinião sobre a expulsão de Wayne Rooney, é contra a ocorrência da mesma. Defendi aqui antes do Mundial que, um evento deste gabarito, sem Wayne Rooney (a propósito do seu possível afastamento por lesão) seria um fracasso e seria incompleto, porque na minha opinião o inglês é um dos maiores artistas que temos na actualidade. Tão novo e tão talentoso. Não perdi um jogo da Inglaterra, porque tem imensos craques e um grande treinador. Sven Goran Eriksson é um Sr. Benfiquista, e cheio de currículo e um autêntico gentleman. Uma selecção que conta com Paul Robinson (dos melhores guarda-redes), Rio Ferdinand, John Terry, Ashley Cole (o melhor lateral esquerdo do Mundial para mim), Frank Lampard (dos melhores box-to-box), David Beckham (existe alguém melhor que ele nas bolas paradas, nos passes longos e na precisão de colocação de bola?), Michael Owen, Joe Cole, Owen Hargreaves, Gary Neville, Steven Gerrard, Wayne Rooney e até Peter Crouch (o bom gigante inglês que pode ser trapalhão, mas ao mesmo tempo que se atrapalha, atrapalha o adversário), enfim... uma selecção que conta com estas vedetas todas só pode ser uma grande equipa, e não vão os jogadores pagar pelo que a imprensa do seu país faz. Todos foram uns senhores durante conferências de imprensa. Nunca desvalorizaram Portugal, nem os seus adversários e sempre foram correctos. Por isso, não os punamos pela arrogância dos outros. O problema é que alguém tinha que pagar a factura da imprensa local e de muitos adeptos locais e quem a pagou foi a Selecção. Pagou o justo pelo pecador.
Wayne Rooney, para mim, foi muito mal expulso. Não estou a tomar o partido dos ingleses, e nem sequer sou a favor que com Rooney em campo tudo seria diferente. Pelo contrário. Se calhar Portugal tinha poupado o prolongamento, porque a Inglaterra, com a expulsão, fechou-se! Da impressão que fiquei do lance de Wayne Rooney com Ricardo Carvalho, foi que o jovem talento não o quis agredir. Quis apoiar o pé no chão e pô-lo para trás, pisando Ricardo Carvalho num sítio muito doloroso (eu sei como é levar um pisão neles... estou solidário com o central português). Wayne Rooney quis pousar o pé, até porque não ia ficar ao pé coxinho, e fez o que fez. Posteriormente deu um empurrãozinho no Cristiano Ronaldo, que nem foi com força, nem nada, foi mais um empurrão suave como quem diz "então? estás a meter-te porquê?", e o árbitro deu-lhe o vermelho. Por um, ou por outro lance, ou pelos dois juntos, acho que no máximo um amarelo. Foi casual o lance e o empurrão nada do outro mundo. A Inglaterra ia perder de qualquer maneira, mas por favor... "don't blame Wayne"!

Uma grande música

domingo, julho 02, 2006

Está quase!

Estamos a 2 passos de sermos campeões do Mundo, depois da excelente vitória contra a Inglaterra, em penalties! Ao contrário de muitos, que dizem que Portugal não sabia o que fazer à bola quando estava a jogar com mais um, eu acho que o que aconteceu foi o mesmo que aconteceu com Portugal frente à Holanda: 9 ingleses a defender e um à baliza, o que fez com que fosse quase impossível passar por ali, e como o Maniche e o Petit não estavam nos seus dias nos remates de longe, foi mesmo impossível ultrapassar aquele bloco. No entanto, merecemos ganhar e agora vamos vingar-nos dos franceses na 4ª feira! Força Portugal!