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quarta-feira, março 29, 2006

Paulo Futre

Nasceu a 28 de Fevereiro de 1966, um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos. Natural do Montijo, e formado nas Escolas do Sporting, cedo deu nas vistas. Estreou-se com 17 anos no plantel principal do Sporting. Com 1,75m, com longos cabelos de caracóis longos, e a correr com um encolher de costas que mais parecia que tinha uma corcunda, mostrou serviço pelo clube, com o seu maravilhoso pé esquerdo, em 83/84.
Não lhe deram o devido mérito, e assim foi parar em 84/85 ao Porto, onde não o desperdiçaram. Lá, jogou 3 temporadas seguidas e tornou-se campeão europeu com 21 anos, tendo feito uma partida magnífica na final da Taça dos Clubes Campeões Europeus, contra o Bayern. Enchia os campos portugueses e europeus com brilhantismo e categoria, correndo desalmadamente pelo corredor esquerdo, fintando uns atrás dos outros, marcando golos de todas as formas e feitios.
Em 1987 transferiu-se para o Atlético de Madrid, onde jogou por 5 temporadas e meia. Fez imenso furor em Espanha, onde possivelmente até é mais respeitado do que no nosso país e foi, possivelmente, o 1º jogador português a ter um efeito estrondoso no estrangeiro. Um fenómeno, e um símbolo incontornável do Atlético. Braço direito e tido como um filho para Gil y Gil. Contribuio imenso para a elevação do Atlético Madrid como potência de Espanha, e era temido por qualquer lateral direito que tivesse que o marcar em cada jogo. Futre, transferiu-se para o Benfica em 1992/93, onde teria um contrato que ainda hoje é considerado milionário (30 mil contos por mês). As contas do Benfica afundaram, mesmo assim, Futre ainda resolvia jogos, como fez diante do Sporting (vitória por 1-0 com golo dele), e o seu hat-trick na final da Taça, frente ao Boavista, na vitória por 5-2. No jogo contra o Porto, que decidiria o título, Futre esteve a um passo de o resolver, mas um remate seu esbarrou no poste. Dadas as dificuldades económicas do Benfica, Futre rumou ao Marselha, onde iniciou o seu declínio, dada a enorme onda de lesões e operações ao joelho esquerdo, e na mesma época, foi parar a Itália, mais propriamente à Reggiana, onde ficou até final da época de 1994/95. Em 1995/96 representou o grande AC Milan, e na época seguinte transferiu-se para o West Ham, voltando para o Atlético de Madrid em 1997/98, onde já arrumaria as botas, ainda que temporariamente. Em 1999 teve uma fugaz passagem pelos japoneses do Yokohama Marinos, onde definitivamente arrumaria as botas.
Pela selecção, com o número 10 nas costas, tornou-se internacional bem jovem, e foi um dos convocados para o Mundial do México'86! Na altura com 20 anos, era tido pela imprensa internacional como uma das potenciais revelações do Mundial, e por consequência, uma das grandes figuras do Mundial, caso Portugal fosse longe. O seleccionador da altura afirmou que, apesar de todo o furor em redor de Futre, não o colocaria a titular. Era apelidado como sendo a "arma secreta". Assim sucedeu no difícil jogo contra Inglaterra. Viria a saber-se mais tarde que Futre não jogava para se obter um equilíbrio entre os jogadores das diferentes equipas portuguesas e evitar conflitos. Uma dupla de avançados Futre-Gomes seria um escândalo. Futre jogou 17 minutos na vitória contra a Inglaterra, substituíndo... Gomes. Dois minutos depois de entrar, Carlos Manuel marcou o golo da vitória. No jogo contra a Polónia, Futre voltou a ficar no banco, entrando ao intervalo. Nesse jogo Portugal viria a perder. Futre brilhava quando entrava em campo. Sempre esforçado. Corria de forma desalmada e fintava, mas não era suficiente. O resto da equipa correspondia, mas Portugal teve muito azar nesse jogo. Portugal tinha hipóteses de se qualificar, jogava bem, apesar de toda a polémica em redor de todos os jogadores. No último jogo, ante Marrocos, Futre explodiu e afirmou estar cansado de ser a "arma secreta". Obrigou a que o colocassem a titular, ou não jogaria mais pela Selecção. Assim aconteceu. A arma secreta mais uma vez esforçou-se mas Portugal tomou a vitória sobre Marrocos como um dado adquirido. Acabaram por perder 3-1. Despediu-se de forma inglória contra o Liechtenstein, quando foi convocado para o jogo e ao intervalo não tinha sequer começado a aquecer. Abandonou logo o Estádio e a Selecção para sempre, acusando o treinador de falta de respeito.
Paulo Futre foi dos jogadores portugueses mais brilhantes dos últimos 20 anos. Foi internacional 41 vezes, 6 golos. Conquistou dois campeonatos, uma Taça de Portugal, uma Taça dos Campeões Europeus e duas Taças do Rei.

terça-feira, março 28, 2006

Marco Van Basten

A 31 de Outubro de 1964, nasceu um dos mais temíveis avançados dos últimos 30 anos, senão mesmo o mais temível: Marco Van Basten. 58 vezes internacional pela Laranja Mecânica, com 24 golos marcados, deu mais nas vistas não só pelo número de golos marcados, como pela técnica que um ponta de lança não costuma ter. Um artista na área, quando se despediu dos relvados, correu mundo a célebre frase de Adriano Galliani "O futebol perdeu o seu Leonardo Da Vinci".
Só conheceu dois clubes em toda a sua carreira: Ajax e Milan. Com 16 anos, Johan Crujff afirmou, no decorrer de um torneio internacional, que estava ali o "novo Crujff". Nunca mais se esqueceram dele.
A nível profissional, marcou 128 golos pelo Ajax, em apenas 143 jogos, tendo sido melhor marcador da Liga Holandesa durante 4 temporadas. Em 1987 transferiu-se para o AC Milan, onde brilhou mais ainda e formou a dupla de holandeses dessa época, com Ruud Gullit. Em 1988 juntou-se à dupla Frank Rijkaard, onde faziam estragos um pouco por toda a Europa. Nesse ano, Van Basten marcou o golo apelidado de "tecnicamente mais perfeito" de sempre, na final do Euro'88 contra a URSS, e tornou-se campeão Europeu de selecções com a Holanda.
Fazia coisas impressionantes com a bola, e marcava golos de todas as formas e feitios: pés, cabeça, bicicleta, calcanhar, tudo! Era mais que um ponta-de-lança: era um matador, um número 10, um extremo, um criativo, era tudo!
Uma lesão no tornozelo contraída na sua época de estreia pelo AC Milan, viria a persegui-lo durante toda a sua carreira. No decorrer da época de 1992/93, iamos no início de Outono e já Van Basten tinha 13 golos. Voltou a ressentir-se da operação no tornozelo, e em Janeiro de 1993 foi operado pela 4ª vez ao mesmo. A partir daí esteve parado imenso tempo, só voltando aos relvados no final da temporada e fazendo o seu último jogo na Final da Liga dos Campeões contra o Marselha. Parou em 1993/94 e 1994/95 graças à lesão no tornozelo, e só voltou a calçar as chuteiras para se despedir dos relvados em 18 de Agosto de 1995, num jogo contra a Juventus. 85.000 pessoas ovacionaram-no em pé! "Van Basten, o divino", como foi apelidado por um dos mais famosos jornalistas desportivos de sempre despedia-se do futebol, aos 30 anos de idade.
Conto, em breves linhas, alguns dos seus mais famosos episódios: num jogo contra o Nápoles, o Milan venceu 5-1 com 4 golos de Van Basten, e no jogo imediatamente a seguir, contra o Gutemburgo (a contar para a Liga dos Campeões, onde jogavam no mesmo grupo que o Porto), marcou os 4 golos da vitória do Milan por 4-0. Em 1991/92 o Milan bateu o record de mais jgoos seguidos sem perder (58), nessa época não perderam um único jogo (única equipa a conseguir fazê-lo) e ao intervalo de um jogo com o Cagliari, perdiam 1-0. Fabio Capello teve uma discussão intensa com Van Basten ao intervalo, e quando voltam para o relvado na 2ª parte, Capello faz com os dedos o número 3. Van Basten fez um hat-trick em 18 minutos e o Milan venceu.
Fazia parte de uma constelação de estrelas avassaladora com jogadores como Ancelotti, Costacurta, Baresi, Maldini, Donadoni, Lentini, Jean Pierre Papin, Massaro, Gullit, Rossi, Rijkaard e até Futre!
Conquistou: 3 campeonatos holandeses, 3 Taças Holandesas, 3 títulos italianos, 2 Supertaças Europeias, 2 Taças dos Campeões Europeus, 2 Taças intercontinentais, 1 Taça das Taças, 4 vezes melhor marcador da Holanda, 2 vezes melhor marcador de Itália, 2 vez melhor jogador do Mundo, 1 bota de ouro, 3 vezes melhor jogador europeu do ano, 1 vez melhor jogador do mundo FIFA. Marcou 90 golos, em 147 jogos pelo Milan.
Perdeu imenso o futebol e todos nós, mas ficará sempre na retina de quem, como eu, o viram jogar. Marco Van Basten: um nome jamais a ser esquecido!

domingo, março 26, 2006

Eric Cantona

Nascido a 24 de Maio de 1966, Eric Cantona foi talvez dos maiores ídolos dos amantes do futebol dos anos 90. Um símbolo do Manchester United, graças a ele, o clube recuperou grande parte do carisma que cada vez mais ia perdendo. Jogava a avançado e fazia do seu ar autoritário uma das suas bandeiras enquanto jogava. Delirava os adeptos do futebol, em geral, com os seus incríveis golos ou toques na bola.
Iniciou a sua carreira no Auxerre, tendo passado por Martigues, Marselha, Bordéus, Montpellier, Nîmes, Sheffield Wednesday, Leeds United e, finalmente, Manchester United. A sua estreia na Premier League, foi com o Leeds, e logo nesse ano, o clube foi campeão inglês. Dado o impacto de Cantona nesse ano, a sua transferência para o Manchester United era inevitável, onde envergou durante anos a camisola 7, camisola essa que só é atribuída aos melhores jogadores de sempre do clube. A gola sempre para cima, e cabeça bem erguida, bem como costas bastante direitinhas, eram as suas formas de estar em campo. Teve como ponto negativo, o golpe desferido a um adepto do Crystal Palace, após este lhe proferir injúrias durante todo o encontro. Cantona não resistiu e num belo golpe de kung fu acertou no adepto, tendo ganho uma suspensão e ficado impedido de jogar durante algum tempo na Premier League.
Fica ainda a mágoa de nunca o termos visto jogar num Mundial (a França não se apurou em 1990, nem em 1994), mas vimo-lo nos Europeus.
Fica ainda a honra de Eric Cantona se ter estreado pelo Manchester United, contra o Benfica, na Luz, num jogo de tributo ao Eusébio, e que o Benfica venceu por 1-0. Cantona é sempre lembrado como tendo sido um dos personagens principais no ressurgimento do Manchester United como uma potência no futebol, onde jogavam estrelas como Kanchelskis, Ince, Brian MacClair, Mark Hughes, Pallister, Irwin, Bruce, Schmeichel, entre tantos outros. Terminou a sua carreira de forma prematura, com 31 anos, no final da época 1997, para se dedicar a publicidade e futebol de praia. O seu célebre "au revoir" na publicidade da Nike de há quase 10 anos, é um dos momentos imortais de Cantona no marketing.
Como feitos, ficará imortalizado o facto de ter sido considerado o melhor jogador de sempre a actuar na Premier League, ter dois dos seus golos marcados pelo United, na lista dos 10 melhores golos de sempre da Premier League. A nível de troféus, conquistou quatro títulos ingleses, campeão da 1ª Divisão pelo Leeds, Campeão francês pelo Marselha, uma Taça de França pelo Montpellier, campeão europeu de sub21 pela França, duas FA Cups pelo United, Jogador do ano em 1994 e 1996.
45 vezes internacional pela França, com 20 golos, 353 jogos representando os clubes e 127 golos.
Adorava este jogador, e continuo a venerá-lo enquanto um enorme jogador e pela sua personalidade. Ainda por cima, o enfant terrible (como era chamado), faz anos no mesmo dia que eu.

sábado, março 25, 2006

Diego Armando Maradona

A 30 de Outubro de 1960 nasceu aquele que, para mim, é o melhor jogador de todos os tempos e aquele que, de longe, mais admiro. O nome Maradona dispensa apresentações. Ainda assim tentarei ser breve. Iniciou-se para o futebol com os seus amigos num bairro típico argentino Villa Fiorito. Profissionalmente jogou em equipas como Argentinos Juniors, Boca Juniors, Barcelona, Nápoles, Sevilla e Newell's Old Boys. No total, realizou 483 jogos e marcou 255 golos. Ao serviço da selecção Argentina jogou 91 vezes, e marcou 34 golos.
Ver o Maradona em campo era uma delícia. Foi o melhor do mundo e é o melhor de todos os tempos. Número 10 nas costas, pegava na bola e fazia de tudo o que se pode imaginar e até o que não se consegue imaginar. Ficava nos treinos a dar toques na bola sentado no chão, enquanto os colegas corriam, e às vezes até a dar toques numa laranja, ou numa lata de coca cola amassada. Não precisava treinar. Afinal, não dava para melhorar o que era perfeito. Só fazia os treinos de conjunto, porque se divertia a jogar com os colegas.
São tantos os episódios célebres de Maradona, que nem sei quais me atrevo a destacar. Ainda assim vou fazê-lo. Defrontou o Sporting nas eliminatórias da Taça UEFA de 88/89 e fez uma aposta com o Ivkovic de 100 dólares, em como nos penalties lhe marcava um golo. A eliminatória decidiu-se em penalties e Ivkovic tornou-se no 1º Guarda-Redes a defender um penalty do Maradona. Mundial de Itália'90, 1/4 de final: Argentina-Jugoslávia. Decisão por penalties e Ivkovic voltou a defender outro penalty do Maradona. Quando ainda estava no Barcelona, num jogo contra o Real Madrid, pegou na bola, fintou alguns adversários e chegando ao pé da linha de golo esperou que o defesa do Real viesse, tentou fazer um carrinho para o desarmar, e Maradona, pica a bola sobre ele, o central entra pela baliza dentro, e com um toque suave, põe a bola na rede do Real. Gozar mais do que isto, é quase impossível. As famosas jogadas do Mundial do México'86, onde mal chegou ao aeroporto, antes do início do Mundial, disse as seguintes palavras "Este vai ser o Mundial do Maradona". Foi o Mundial do Maradona. Onde quer que jogasse, não era o nome da equipa que era mencionado. Não era o Nápoles. Era o Maradona e + 10 do Nápoles (parece aquelas publicidades da Adidas agora). Era o Maradona e + 10 Argentinos.
Chorou compulsivamente ao perder a final do Itália'90. Pena os dois escândalos de droga. O 1º em 1991 ao serviço do Nápoles. O 2º no Mundial'94, onde a Argentina já ia embalada para ser campeã do Mundo novamente, com Maradona com 34 anos, a ser ainda o Maradona decisivo.
Participou em 4 Mundiais (1982, 1986, 1990, 1994). Guardo uma tristeza profunda de nunca o ter visto jogar ao vivo, apesar de me recordar de ter visto bastantes jogos dele pela TV. Viam-se coisas incríveis com Maradona em campo... Afinal, ele tudo podia, tudo conseguia! As suas alcunhas eram El Pelusa e El Pibe.
Como títulos, ganhou a Copa del Rey, foi duas vezes campeão italiano, uma Taça de Itália, uma Taça UEFA, Campeão do Mundo em 1986, Vice-Campeão do Mundo em 1990, Campeão do Mundo de sub21 em 1981, melhor jogador do Mundo FIFA em 1986, eleito jogador do século XX pela FIFA, a par de Pelé.

Pelé foi o Rei, mas Maradona foi Deus.

Roberto Baggio

Nasceu a 18 de Fevereiro de 1967, um dos maiores artistas do futebol mundial. Número 10 genuíno, internacional italiano com 56 internacionalizações e 27 golos pela squadra azzurra, e 454 jogos e 203 golos na Serie A. Iniciou a carreira como profissional na Fiorentina, tendo aí despontado e transferido para a Juventus por uma cifra recorde, em 1990. Marcava livres de forma ímpar, sendo que 90% dos mesmos davam sempre golo. Assistia, marcava, driblava, enchia o campo. Tive o privilégio de o ver jogar contra o Benfica, na Luz, numa altura em que o Benfica venceu por 2-1 a poderosíssima Juventus, na época de 1992/93 e onde além de Roberto Baggio, uma das outras estrelas da companhia, era o ponta de lança Vialli. Nesse ano venceram a Taça UEFA. Na Juventus fez maravilhas, tendo sido a grande figura da vecchia signora nos anos 90, a par do seu discípulo Alessandro Del Piero.
Quem não se lembra do seu famoso rabo de cavalo? Ou ainda da sua religião: o budismo. Religião essa que é raro encontrar num italiano.
Participou em 3 Mundiais (1990, 1994 e 1998) e marcou um dos mais belos golos de sempre de um Mundial de Futebol: contra a Checoslováquia, no Itália'90, pegou na bola desde o meio campo, fintou 4 adversários e fez o golo. Teve como momento negativo, o falhanço do penalty contra o Brasil, na final do Mundial'94. Ainda assim, levou a Itália ao colo durante todo o Mundial, rumo à final, marcando golo atrás de golo e fazendo diversas assistências.
Representou clubes como Fiorentina, Juventus, AC Milan, Inter, Bologna e Brescia e sem dúvida que ainda hoje deixa saudades. Era o típico futebolista "mete nojo", dado que todo o jogo da equipa por onde jogava passava sempre por ele, podia estar quietinho durante largos minutos, e a equipa a sofrer, mas de repente lá conseguia resolver sempre os jogos com golpes de génio. Roberto Baggio era sinónimo de classe e de génio.
No seu curriculum conta com uma Taça UEFA, uma Taça de Itália, dois Scudettos (ou Scudetti à italiana), Jogador Europeu do Ano de 1993 e Jogador do Ano da FIFA 1993.
Este é o 1º post que dedico a futebolistas que me recordo bastante bem de ter visto jogar, e por quem nutro uma grande admiração. Tentarei dedicar um post por dia a cada um desses futebolistas que me marcam desde que me conheço como pessoa e desde que assisto a futebol.

sexta-feira, março 24, 2006

Conhecereis a verdade... e a verdade vos libertará!

Não sou religioso! Estou até bastante longe de o ser. Nunca fui sequer criado num meio religioso. Felizmente no meio de agnósticos e ateus. Mas a leitura de uma Bíblia (se calhar não toda, porque é pesadinha), não deixa de ser uma boa fonte de cultura, essencial a todos nós, porque realmente é um livro bastante rico, em todos os aspectos. Duas expressões do que li dela (nunca a li toda, e já não lhe toco há alguns anos), me ficaram retidas, mas ressalvo uma que é "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Nada mais verdadeiro.
Por vezes sentimo-nos apegados, presos, dominados por um sentimento que não nos permite sermos totalmente livres, e que por mais queiramos fugir, não conseguimos. Porém, tudo na vida tem um motivo, e quando se tem conhecimento de muita coisa, ou se assiste a certos acontecimentos, esses poderão ser factores decisivos para nos libertarem.
Lá está... viviamos numa ilusão dado que nos atiravam para os olhos. Mas, tivemos conhecimento da verdade... e a verdade nos libertou! A mim libertou, sem dúdiva. E de vez! Que vos liberte a todos vocês também.

quarta-feira, março 22, 2006

O Ditado Popular do Século

"Filha de égua que corre bem, não corre este ano, corre para o ano que vem"

domingo, março 19, 2006

Que bela aventura esta!

Quero comemorar todos os dias, e em todo o lado; em casa ou na rua;apeteça-me a mim, a ti, aos dois, ou a nenhum.
Quero celebrar o nosso amor como se houvesse um amanhã tão bom, ou melhor que hoje.
Quero fazer da minha vida a tua, e da tua a minha.
Quero amar-te até ao fim.
Contigo apodrecia no inferno com um sorriso feliz nos lábios.
Mandava o diabo dar uma curva, e dava-lhe um pontapé no rabo.
E depois abraçava-te, dava-te um beijinho na testa, e dizia-te: "que bela aventura esta".

fonte: blOgre

Está lindo, não está?

quarta-feira, março 15, 2006

As Pessoas e a sua Natureza...

Ao longo dos meus anos de vida (não são imensos, mas são alguns), conheci diversas pessoas e assisti a inúmeras relações entre pessoas (amizade, amor, negócios, etc etc etc). Se houve algo em que sempre reparei foi que as pessoas têm a sua natureza e raramente mudam. Há excepções a esta regra, mas são raras! Uma das ocorrências com a natureza da pessoa, é a da típica expressão "pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita". O que isto quer dizer é que, quem começa de bastante novo a impor e a assumir uma determinada natureza, muito dificilmente a conseguirá mudar. E muito menos será em dias ou horas que o conseguirá fazer. Por isso, deixo o conselho: de cada vez que alguma pessoa vos disser "vou mudar" ou "mudei", esqueçam. "Roma e Pavia não se fizeram num dia"! E a nossa natureza é a mesma coisa. Se forem aspectos positivos da pessoa, a pessoa mude ou não, é indiferente. Mas aspectos negativos... pessoas com um mau fundo... ou com uma crueldade grande, não merecem o nosso tempo de antena.
Não consigo odiar pessoas, e muito menos guardar rancores. Pelo contrário. Sou capaz de amar todo o ser humano, ou de, no mínimo respeitar. É por isso que deixo outro conselho: há pessoas neste mundo que não merecem um passo sequer da nossa parte, quanto mais uma corrida, uma amizade ou até, em casos mais importantes: o nosso amor! Afastem-se de pessoas com mau fundo, que sabem que o têm, que são calculistas, crueis, vingativas, etc. Essas pessoas não vos vão acrescentar nada de novo, a não ser negativismo, feridas e mágoas. Lutem pelo que vale a pena. Lidem com pessoas que têm bom fundo. Com humildade. Que sabem que erram. Que sabem que têm defeitos e limitações. Pessoas que sabem da sua condição de humanas.
Façam como eu: afastem-se e cortem tudo o que tiverem com pessoas com um fundo conforme descrevi em cima. E se essas pessoas vos disserem que vão mudar, ou que já mudaram, não acreditem. Ninguém muda a sua natureza... negativa. Ou se mudam, mudam com o seu tempo.
Acima de tudo, se têm bom fundo, não se deixem levar pelos jogos calculistas e de vítima que esse tipo de pessoas fazem. Vão sentir-se culpados por coisas que... nunca fizeram, quando na verdade quem faz mal a alguém, são essas pessoas a vocês mesmos.
Aprendam a gostar de vocês mesmos: afastem-se de gente que não vale a ponta de um chaveiro. Só assim poderão ser felizes. E fiquem com uma certeza: pode demorar anos, mas... um dia essas pessoas percebem os graves erros que cometeram, e vão querer voltar a ter-vos de volta. E aí... já é tarde. É a vida...

domingo, março 12, 2006

Reflexão!

Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa de chegar, sabe-se lá aonde.
As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.
O sorriso? Esse você deve segurar, não o deixe ir embora, agarre-o!
Persiga um sonho, mas, não o deixe viver sozinho.
Alimente a sua alma com amor, cure as suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas, não enlouqueça por elas.
Abasteça o seu coração de fé, e nunca a perca.
Alargue o seu coração de esperanças, mas, não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-as.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

"Circunda-te de rosas, ama, e cala. O mais, é nada". (Fernando Pessoa)

quinta-feira, março 09, 2006

Sr. Presidente

Marquei hoje presença na Assembleia da República como convidado do Prof. Cavaco Silva para assistir à sua tomada de posse. Foi, sem dúvida, uma oportunidade única para mim. Estar perante personalidades como Jorge Sampaio, Governo, Deputados, Ramalho Eanes, Manuela Ferreira Leite, Leonor Beleza, Santana Lopes, juízes do TC, Príncipe de Espanha, Rei de Marrocos, Xanana Gusmão, George Bush (pai), Presidente da Àfrica do Sul... e, claro... Alberto João Jardim! São tantas personalidades, e foi tanto o requinte vivido hoje na AR, que realmente me senti, por algumas horas "um deles".
Ainda bem que é só por umas horas, porque não sei se conseguiria lidar sempre com aquele estilo de vida.
Desta tomada de posse, destaco os seguintes aspectos:
Alberto João Jardim ignorou completamente um Francisco Louçã que bem tentava, de vez em quando, captar a sua atenção;
Alberto João Jardim a 15 metros de mim e não consegui apertar-lhe a mão :'( ;
Mário Soares, como mau perdedor que é, só bateu palmas quando o Sr. Presidente Cavaco Silva disse que iria condecorar Jorge Sampaio;
PCP e BE nunca aplaudiram o que quer que fosse, nem se levantaram em nenhuma ocasião (mais uns com mau de perder e a ver a sua vida a andar para trás);
PS só aplaudiu, também, a condecoração de Jorge Sampaio e a sua despedida. De resto, nunca mais o fizeram (mais uma vez se viu o fairplay político que mostram a todos os portugueses... sem dúvida um exemplo!);
Quando Cavaco falou em "justiça" e "corrupção", todos os olhares se centraram em Sócrates e no PGR.

sábado, março 04, 2006

Walk The Line

Vi, esta semana, o filme Walk The Line. Não é "aquele filmezão" que nos fica para a vida, mas ainda assim, é daqueles que pode deixar uma mensagem (se calhar a todos aqueles que, tal como eu, fantasiam por vezes demasiado).
O curioso deste filme, é que a mensagem que o mesmo me deu, não decorreu do filme em si (ou se calhar até sim), mas do final dele, quando aparecia no ecrã aquilo que aconteceu aos personagens posteriormente (dado que o filme é verídico).
Andou ele uma vida inteira atrás dela e ela sempre a resistir-lhe. Tinham imenso em comum. No fim, casam e não se separam mais e o que mais me chamou à atenção foi o facto de quando ela morreu, ele não resistiu mais que 4 meses sem ela e morreu também.
Com as almas gémeas, casais perfeitos, ou com as pessoas afins, pode acontecer coisas destas: um não consegue continuar, naturalmente, sem a existência do outro! Até podem enganar-se uns tempos mas... depois cai na realidade.
É isto que quero na minha vida: não uma pessoa que me faça morrer (lol nãoooo), mas uma pessoa que me complete... para sempre! A fase das brincadeiras já foi há muito... quero uma pessoa assim, que realmente também me queira desta forma e de forma séria, até... que qualquer coisa nos separe (não precisa de ser um casamento... porque o verdadeiro "contrato" faz-se no interior de nós). Se a pessoa não for de palavra, fiel, e souber o que quer, não é uma aliança ou um "aceito" que mudará tudo. Os verdadeiros casamentos, namoros e amizades, fazem-se dentro de nós!