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quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Será?

Todas as semanas, o blog do amigo e colega André Couto dedica um post à "frase da semana". Na semana transacta, a frase da semana fora proferida por um amigo/conhecido do Couto, e era a seguinte "A confiança é como a virgindade: só se perde uma vez". Esta frase ficou-me na retina, até porque sempre fui uma pessoa que dificilmente confia em alguém, mas se confio... funciona como Via Verde: às vezes nem mesmo com provas que possam dar-me motivos para perder a confiança, eu a perco!
Ora, realmente, esta frase não me sai da cabeça. Todos os dias me assalta. E a pouco e pouco vou reflectindo sobre ela. Será ela verdade? Há poucos anos atrás ouvi de uma pessoa que faz parte da minha, a história do próprio pai que lhe dizia constantemente que a confiança só se dá uma vez e se ele perdesse a confiança que tinha nos seus filhos e nas pessoas importantes para ele, nunca mais voltaria a dar um voto de confiança, porque na confiança ninguém comanda! E, as pessoas agiam com medo de nunca perder a confiança do seu pai. Isso veio a ter resultados mais tarde, mas ficará para uma outra altura a sua discussão!
Sempre acreditei que uma vez dada a confiança a uma pessoa, nunca mais confiaria nessa pessoa se ela falhasse. Sempre sucedeu dessa forma. Ora, acontece que, duas pessoas já me provaram que nem tudo é regra. E toda a regra tem uma excepção. Duas pessoas ensinaram-me nesse aspecto. Uma, já faz alguns aninhos. A outra, foi de uma forma mais recente. Mas, não confiei uma 2ª vez, por vontade própria. A confiança é natural. Tem que sair naturalmente de nós. Porém, se me falham, cabe à pessoa em causa, provar que merece essa segunda oportunidade. E por vezes, por mais que prove, não consiogo confiar. Não existem requisitos para se dar uma segunda vez a nossa confiança. A pessoa age livremente e ou as provas de merecimento de confiança são convincentes, ou não são. E naturalmente, por mais que eu diga "não confio mais em ti", surge a confiança e quando vou ver... é concedida uma oportunidade à pessoa.
Para que da minha parte seja atribuída confiança, é necessário pelo menos estarem preenchidos estes requisitos (afinal sempre os há):
- vontade da outra parte em que lhe seja dada confiança e mais uma oportunidade;
- esforço e prova disso mesmo;
- conseguir demonstrar que realmente há coisas que não vão mais acontecer;
- tratar-se de alguém realmente especial.

A partir daqui, só a minha natureza e tudo o mais à nossa volta, poderá mostrar se realmente vale a pena confiar, ou não.
Logo, contrario a tese que diz que a confiança é como a virgindade. Se é como a virgindade, então, em certos casos, podemos recorrer àquela cirurgia que hoje em dia já fazem, para repor uma mulher no seu estado originário, como se nunca tivesse perdido a virgindade. Lá está: é tudo uma questão de força de vontade e mérito!

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Match Point

Fui hoje ver o Match Point. Toda a gente me falava bem do filme, de ser um filme que faz pensar no final. Realmente, saí de lá a pensar. Não muito! Mas pensei um bocadinho! Não vou contar o filme, só vou referir que no seu início dá uma cena de uma bola de ténis a embater na rede, quando o jogador a devolve ao adversário, e a imagem suspende-se quando a bola embate na rede, eleva-se e não se sabe de que lado cai. Pode cair de um lado do court ou do outro e se cair do lado de quem devolveu a bola, perdemos o ponto. Suspendem a imagem e começa o filme. Depois de o ver, concluí o seguinte: a bola pode embater na rede, e estar prestes a cair do lado que mais desejamos, mas... por vezes, ainda que embata na rede e caia no nosso lado do court, não quer dizer que isso seja desvantajoso para nós. Pelo contrário, por vezes essa potencial desvantagem, acabará por tornar-se uma vantagem. Depende da situação. Se lhe chamam destino, não sei... esta foi a minha conclusão.

domingo, fevereiro 19, 2006



Adoro esta mulher! Como já tinha saudades, decidi colocar no meu blog, este video, que é um dos meus preferidos!

segunda-feira, fevereiro 06, 2006


Porque um GUERREIRO não desiste, nem vira as costas na guerra!
Pode tropeçar, mas jamais cai ou desiste!

sábado, fevereiro 04, 2006

Pensamento

Amor,
Teu nome baila em meus lábios
Como a doce brisa do mar.
Oceano,
Sabor salgado, mordaz, talvez.
Musa inspiradora, para me tentar.
Recordo
Teu corpo, tua voz,
Tua volúpia, tua pele sedosa.
Amena doçura,
Irradiando Sol, por entre a Lua.
Ninfa querida encantada
(E o encantado sou eu!...).
De Vénus
Tua figura, nua,
Teu perfume subtil.
Deusa
De Amor, de loucura sã
De aventura, de desejos,
De ternura, de beijos.
Eu, Amor,
Já não sei que digo
Já não sei que faço.
Para ti,
Todo o meu Amor.


by Ale