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sábado, agosto 02, 2003

Em terra de calinadas, quem tem 4 olhos é REI

Não podia deixar de criar um post dedicado a uma figura caricata da Faculdade de Direito de Lisboa. Essa pessoa é o assistente de REI e Dir. Economia, o Mestre Renato Goncalves. O RG é muito sabio, e com ele só se tem a aprender. Acreditem! Com ele, ficámos a saber que "As primeiras vezes... demoram mais tempo", e que de certa vez "passaram meses e meses e mais que um ano". Sobretudo, uma das melhores foi a diferenca entre o que é idêntico e o que é igual. Duvidam? Pois bem, segundo RG, "Apenas se forem idênticos... Se não forem idênticos, é igual". Desenvolveu a tese da identicidade dos contrários, na qual "Não tem nada a ver, mas pode ser que tenha". Com RG o impossí­vel torna-se possível. Pois coisas tipo "Eu tenho cento e tal subturmas". Ele que ficou tão feliz ao saber que um colega tinha aparecido 3 vezes nas aulas, entre Março e fins de Maio: "Vejam lá... o vosso colega apareceu aqui 2 vezes nos últimos 3 meses. 2 não... 3!!!!" disse eufórico. Na 1ª aula de REI disse que o Livro de Textos de REI não era importante. Dois dias depois recomendou que o adquirissemos, e a esta altura do campeonato, já todos sabem da importância desse livro para a realização da cadeira. Já de seguida vou acrescentar vários motivos, pelos quais este grande assistente nos marcou. "Já perdemos tempo, entre aspas"; "o mais importante é importante"; "Sim, isso sim... repare... sim"; "Sim, claro... sim, enfim... sim"; "Nós voltamos às aulas 4ª feira, mais dia menos dia"; "Ficamos por aqui, está bem? A menos que... fiquemos por aqui"; "Isto foi há 20 anos, não foi ha muito... há 30 anos... enfim, não foi há 200?"; "Parece que sim, parece que não"; Explique-me, por favor explique-me, quer dizer... explique-me"; "Este aspecto puramente formal... formal e orgânico"; "É bom ser necessariamente ser necessariamente"; Pode ser, não... só pode ser"; "Eu não diria que provavelmente, mas diria talvez provavelmente"; "Não diria que fosse a curto prazo, mas... a curto prazo talvez"; "Eu estou a colocá-los à vontade, mas... vejam lá, estejam à vontade"; "Ficamos por aqui, está bem? A menos que fiquemos por aqui"; "Qual é a resposta claríssima de quem?"; "O século XX em geral, mas também na Constituição de 1933"; "repare... repare que tem essa possibilidade... repare"; "No tempo da década de 30"; "são estatísticas assim... enfim, não são estatísticas"; "eu vi, analisei pergunta a pergunta, mas repare que liguei sempre as duas"; "Fazer um relevo espectacular"; "Bem, no geral... quer dizer, são todos"; "Eu penso que não, mas obviamente que sim". Uma aluna questiona-o sobre se costuma dar boas notas, ao que RG responde: "Já dei todo o tipo de notas". Outra aluna pergunta-lhe se os membros de um determinado orgão se reuniam de 3 em 3 meses, ao que RG responde: "Não, é mais! De 15 em 15 dias". Com RG, cada vez que perguntavamos algo, ele dava sempre 2 ou 3 respostas diferentes. E cada vez que respondessemos a algo, por mais que estivesse a ser lido de um livro qualquer da cadeira, a resposta era sempre "aaaaah, sabe... concretize. Está incompleto. Não está bem, nem está mal. Veja lá. Que é que acha?".
E é assim... que temos muito boas recordações da FDL e sem dúvida o Mestre RG contribuiu para tal. Mas deixem que diga, que é uma pessoa extremamente simpática e bacana! No entanto... ainda assim recomendo-o a qualquer dia se tornar treinador de futebol. É que, usa tanta vez e repete tanto o "concretize, concretize" que não existiria jogador que lhe resistisse.

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