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domingo, agosto 08, 2010

Sétimo aniversário...

"E ao sétimo dia descansou", é o que diz a Bíblia a propósito de Deus e da criação do mundo. Eu estou longe de ser Deus, mas julgo que, por altura do sétimo aniversário do ipsis verbis será sensato fazer uma pausa e descansar.
Este espaço foi testemunha virtual da minha vida e o meu veículo de comunicação, por excelência, com o mundo, durante sete anos. É uma marca bonita, porém, julgo que não mais faz sentido andar a empurrá-lo com a barriga, como o rei - eu devo andar com a mania das grandezas: primeiro comparo-me a Deus, agora a um rei - e decidi impor-me esta pausa.
O mundo avançou e as pessoas supostamente desenvolveram-se, pelo que chegou a fase do "até já" neste projecto e decido empenhar-me, em definitivo, noutros que merecem a minha atenção neste momento e que não passam directamente pelo mundo virtual.
Assim sendo, quero agradecer a todos os que me visitaram conscientemente ou por mero acaso e desejar-vos felicidades pessoais e profissionais para o futuro!

Até breve...

quarta-feira, julho 14, 2010

Breve crítica: Norah Jones em Cascais, 13 de Julho de 2010

Norah Jones, em Cascais (direitos reservados)

Depois do espectáculo em Bruxelas, Norah Jones brindou o público português com uma actuação diferente daquela que dera na Bélgica: mudou parte da setlist e esteve mais interventiva com o público, chegando a expressar-se diversas vezes em português - além dos habituais "olá" e "obrigado" (importa referir que, em Bruxelas, a única vez que Norah Jones se dirigiu ao público em francês foi para pronunciar um tímido "merci").
Em Cascais, Norah Jones actuou ao ar livre (no Hipódromo Manuel Possolo), engoliu mosquitos, um barman serviu-lhe uma caipirinha, manifestou a sua satisfação pelo feedback do público à sua actuação e ainda adiantou que no dia anterior teve oportunidade de fazer praia na Linha.
Numa actuação deslumbrante, Norah Jones e a sua banda voltaram a ter um desempenho muito certinho e profissional, não deixando margem para erros ou falhas e deixando de imediato saudades no público, que certamente estaria na disposição de a ouvir bem mais do que a hora e vinte minutos que durou a sua actuação.
Aqui fica o alinhamento do concerto de 13 de Julho de 2010, no Hipódromo de Cascais:

Wouldn't Need You
Tell Yer Mamma
Light as a Feather
Even Though
Young Blood
It's Gonna Be
Chasing Pirates
What Do You Think of Her Now
Cold Cold Heart
Sunrise
Waiting
You've Ruined Me
Back To Manhattan
Sinkin' Soon
Man of the Hour
Don't Know Why
Stuck
Come Away With Me

Encore:
Creepin' In
Lonestar

Nota de 1 a 10: 10! (Sublime)

quinta-feira, julho 01, 2010

Crítica: Norah Jones em Forest National (Bruxelas) - 29 de Junho de 2010

Em Glastonbury

Foi numa sala de espectáculos fabulosa (a Forest National, de Bruxelas) e completamente esgotada (7.000 espectadores) que Norah Jones se apresentou ao público maioritariamente belga, em 29 de Junho de 2010. O ambiente estava quente dada a incompreensível ausência de um sistema de refrigeração nas instalações e que fizeram com que estivessem cerca de 35º na sala.
Num espectáculo que durou cerca de uma hora e meia, Norah Jones mostrou-se igual a si própria com uma performance muito certinha, com passagens por êxitos do passado (já se dá ao luxo de ter um "passado"), mas incidindo compreensivelmente nas músicas do seu mais recente álbum.
Confesso que inicialmente torci o nariz a The Fall, destacando a escassez de faixas e a escolha de versões de músicas de Tom Waits e Johnny Cash bem como a exploração da marca "Norah Jones" para fazer render o disco. Basicamente, fica a ideia que começam a faltar ideias a uma profissional que procura defender o seu já elevadíssimo estatuto.
No entanto, há que lhe reconhecer arrojo: de um estilo jazz que lhe assenta que nem uma luva, decidiu arriscar e fazer breves passagens pelo pop e pelo pop jazz. O resultado, na minha opinião, não foi o melhor, sobretudo na escolha de Chasing Pirates como música de lançamento, quando You've Ruined Me mantém a linha a que nos habituou, com alguma ousadia pelo meio, e aponto como a melhor do álbum.
Neste espectáculo, porém, mudei de opinião, pois tive oportunidade de assistir, ao vivo, a todas as faixas que critico do seu último álbum. É certo que fica no ar a ideia de estarmos a pagar para assistir a uma sessão de karaoke de uma menina com uma voz fora-de-série, mas o que é certo é que esta não é uma menina qualquer e o seu talento infinito destaca-se mesmo nas faixas mais ousadas, graças ao desempenho da sua banda (com Norah, são seis os músicos em palco) que consegue combinar e materializar todos aqueles instrumentos de uma forma incrível, dando um ar completamente novo ao que em disco parece ter outro som. Não muda a melodia, não mudam os acordes, mas a música de Norah Jones ganha outra frescura quando tocada ao vivo e leva-me a dar o braço a torcer, reconhecendo que este álbum tem muito mais potencial do que aquele que eu julguei que pudesse ter.
As novas versões de Come Away With Me e Don't Know Why (recordo que em 2007, no Estoril, Norah Jones tocou a última apenas com viola acústica e neste espectáculo fez um solo em piano) continuam a surpreender e a agarrar os espectadores e mostram a faceta inovadora da cantora, aqui sim, denotando capacidade para fazer render bem temas que ainda que fossem mantidos na versão original continuariam a ser do agrado de toda a gente.
Foram 20 canções, incluindo um previsível e surpreendente encore: apesar de já ser tradicional o regresso dos artistas ao palco, pelo menos uma vez, para cantarem mais algumas canções, não deixa de se destacar o facto das duas músicas de encore terem sido tocadas com instrumentos completamente diferentes e com a banda toda praticamente colada, num desempenho verdadeiramente excepcional que provocou fortes aplausos do público e o direito a ter a plateia toda de pé!
Fica então o alinhamento do concerto de 29 de Junho, em Bruxelas, que deverá ser seguido por Norah Jones no concerto de Cascais, no próximo dia 13 de Julho (no qual também estarei):

What am I to You
Tell Yer Mamma
Light as a Feather
Chasing Pirates
Even Though
Young Blood
It's gonna be
Broken
Long Way Home
Sunrise
Waiting
Back to Manhattan
Sinkin' Soon
You've Ruined Me
Painter Song
Don't Know Why
Stuck
Come Away With Me

Encore:
Creepin'in
Lonestar

Nota de 1 a 10: 10. Sublime!

sábado, junho 12, 2010

Começou a febre do Mundial!

sábado, maio 29, 2010

Rolling Stones - Exile On Main Street

Definitivamente, recomendo. É preciso voltarmos atrás e "remasterizarmos" o que já tinha qualidade para encontrarmos álbuns dignos do nosso dinheiro.

sábado, abril 17, 2010

Reabilitação de blog

Reabilitei o espaço Porque uma imagem vale mais que 1000 palavras, e que estava parado há quase dois anos.

quarta-feira, abril 07, 2010

Algures no Público...

Não era propriamente um Messi, mas podia desequilibrar na ala esquerda da equipa sul-africana...

sexta-feira, abril 02, 2010

Nem o Liverpool resistiu...

Este ano ninguém passa na Luz!

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Lentamente vai espalhando magia...

A Governadora do Alaska e candidata a Vice-Presidente dos EUA, em 2008, Sarah Palin, anda em acções de promoção de imagem por todo o país. Depois do lançamento do seu livro, "Going Rogue" - que lhe valeu várias sessões de autógrafos junto de um público norte-americano disposto a esperar horas em filas só para contactar alguns segundos com a Governadora -, Palin tem aparecido em vários eventos públicos onde vai marcando o seu território. Ontem esteve nas provas de Nascar 500, competição bastante popular nos EUA, que a republicana e teve a oportunidade de discursar, sempre com a política à mistura, concentrando em si as atenções do evento desportivo e continuando a sua missão de evangelização, levando a paz, o conforto e a solução ao eleitorado norte-americano.
2012 aproxima-se, e, na eventualidade de Barack Obama continuar a cair nas sondagens, se os republicanos não enfrentarem fortes rupturas a nível interno, aumentam as probabilidades da hockey mom do Alaska se tornar na primeira mulher Presidente dos Estados Unidos da América. Lentamente, Palin vai espalhando magia...

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Rosa Lobato Faria: perdeu-se um grande talento

Faleceu hoje, aos 77 anos, Rosa Lobato Faria (RLF). Perdemos um grande talento, e quando assim é, a perda é sempre intempestiva. Não era apreciador da obra de RLF. Nunca comprei nenhuma obra dela e não será agora que o farei como os habituais membros dos clubes de fãs póstumos. Nunca me identifiquei com aquilo que RLF escrevia ou dizia. Mas reconheço-lhe o talento que tinha.
Para se reconhecer talento, não é preciso ser-se admirador da obra. Reconheço muito talento a pessoas cujas obras e feitos não me dizem rigorosamente nada. É possível fazê-lo. Dou outro exemplo, o fado: é certo que não é fadista toda e qualquer voz que berra. Aliás, o fado nem sequer é grito, embora exista quem acredita que sim. O único grito que resultou em obra-de-arte foi o de Munch. Eu acho que quem canta e toca fado, tem um talento inquestionável e, insisto, não gosto de fado.
Também reconheço o não talento onde muita gente diz que o há. A "artista" plástica Joana Vasconcelos não tem talento, tem sorte e muita propaganda. Os riscos de Jean Michel Basquiat jamais me convencerão que estamos perante verdadeira arte. Aliás, duvido que seja sequer arte. Por falar em arte, muitos dizem que arte é toda a forma de expressão humana. Assusto-me em saber que uma agressão ou uma manifestação de cólera se poderão enquadrar neste conceito por serem, de facto, uma forma de expressão humana.
Por arte entendo tudo aquilo que é feito pelo artista que mais ninguém consegue igualar. Equiparo a arte à façanha. A arte, para mim, é única, é original, um feito inimaginável até ao momento em que foi concebida. Arte não é meia dúzia de pedras desarranjadas com um pouco de areia por cima, nem uma colcha na Ponte D. Luís. Só um génio na sua área é capaz de conceber arte. A arte está associada ao talento que cada um tem. O que Rosa Lobato Faria tinha era muito talento, muita originalidade e naturalidade. O que fazia era natural e deixo à consciência de cada um a atribuição de RLF na categoria de artista, uma artista que conseguia fazer com as palavras aquilo que mais ninguém conseguia.